No próximo ano, o Brasil terá o grande desafio de sediar os Jogos Olímpicos no Rio. Se antes dos atentados ocorridos na última semana em Paris a responsabilidade já era grande, agora ainda mais.

O evento, que ocorre entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016, contará com 206 países participantes e tem previsão de receber mais de doze mil atletas. Justamente devido à pluralidade de nações e atletas, a atenção precisa ser redobrada.

No passado, os Jogos Olímpicos já foram alvo do terrorismo. Em 1972, 5 atletas israelenses e mais 6 treinadores foram sequestrados e posteriormente assassinados no atentado que ficou conhecido como Massacre de Munique.

Publicidade
Publicidade

Além deste ataque emblemático, em 1996 um outro atentado deixou 2 mortos e 111 feridos vítimas da explosão de uma bomba nas proximidades dos locais onde eram realizados os jogos, em Atlanta (EUA).

Com a vinda de turistas e refugiados, neste momento em que membros do Estado Islâmico buscam aterrorizar o mundo, não se pode baixar a guarda. Apesar de não confirmado até o momento, existe a suspeita de que um dos terroristas responsáveis pelo massacre na França entrou infiltrado no meio dos refugiados Sírios. Por conta do fato, os países europeus começam a repensar sua política em relação aos estrangeiros vindo da guerra.

Em declaração realizada nesta segunda-feira, José Eduardo Cardoso, ministro da Justiça, deu sua #Opinião em relação ao assunto dizendo: "Podemos ficar seguros que tudo aquilo que pode ser feito está sendo feito no Brasil para a segurança na Olimpíada.

Publicidade

O êxito da segurança pública na Copa do Mundo se repetirá agora".

Em uma entrevista concedida ao jornal Zero Hora, André Luís Wolosyn, grande especialista em contraterrorismo, disse que “o Brasil nem de longe está preparado para o terrorismo, até mesmo por desconhecer esse problema em décadas recentes”.

Apesar do sucesso da segurança na Copa do Mundo, certamente o momento é outro e exigirá do Brasil atenção redobrada. Não se pode ignorar o poder do #Estado Islâmico e suas pretensões, ainda mais agora onde membros do grupo prometem mais ataques na Europa e na América. #Rio2016