Esta quarta-feira, 16, foi um dos dias mais movimentados do ano para a política brasileira. Na pauta, dois assuntos de interesse nacional, o pedido da procuradoria geral da união para que #Eduardo Cunha (PMDB/RJ) deixasse a presidência da Câmara dos deputados e a decisão pelo Supremo Tribunal Federal, o STF, sobre o rito do processo de #Impeachment contra Dilma Rousseff (PT). No entanto, nenhuma das duas pautas repercutiu mais do que outra notícia, a de que o WhatsApp, aplicativo de troca de mensagens mais popular do Brasil, ficará fora do ar por 48 horas. A medida começa a valer a partir das 0h desta quinta-feira, 17. 

É preciso dizer que o WhatsApp não é o único aplicativo do tipo que funciona de forma gratuita no Brasil e no mundo.

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O próprio Facebook faz o serviço, além de Vibe, Skype, Telegram e outros. Tudo bem que uma marca popular dê o que falar, mas a falta de interesse pela política brasileira, mesmo em um momento que ela pega fogo, impressiona até os mais desavisados. 

O país vive um momento importante. Os contrários e os favoráveis ao impeachment de Dilma deveriam usar as redes sociais para dialogar, pois é assim que se constrói uma democracia forte e saudável. No domingo, 13, o movimento pró-impeachment foi às ruas. Nesta quarta-feira, os partidários de Dilma também. É assim que se faz o jogo político. Do contrário, programas de televisão e novelas sempre irão reinar nas redes sociais. É bem verdade que alguns assuntos importantes, como o repúdio ao preconceito, rende na internet, mas o fato com o WhatsApp é notório.

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E não adianta reclamar da mídia. Na web não faltam sites dos mais diversos assuntos, mas o que continua a dar visualizações são amenidades, não que elas também não tenham sua função, mas não dá para ficar rindo do novo vídeo do Youtube o tempo todo. Todos tem problemas nas suas ruas, bairros, municípios. A manifestação de pensamentos é a única maneira de colocar os representantes do poder contra a parede depois das eleições. E ah... o "Zap Zap" volta no domingo.  #Dilma Rousseff