Moderação e sobriedade, pois 2016 promete não ser nada tranquilo. Esta é a previsão que a respeitada revista britânica The Economist fez na sua primeira edição de 2016, que na capa trouxe a realidade da crise política e econômica do Brasil, bem como os principais desafios da presidenta da república para o ano que se inicia, numa clara realidade.

Segundo o "The Economist “O Brasil terá um 2016 desastroso”. O argumento é com base nas dificuldades que o #Governo Dilma teve, ao longo de todo o ano. Houve erros que levaram os mercados internacionais a muita desconfiança e especulações negativas. Ainda este ano (setembro), a agência de classificação de risco Standard & Poor´s, já tinha retirado o selo de bom pagador do Brasil.

Publicidade
Publicidade

Ainda em clima de muitas incertezas, outras agências colocaram o país em observação, aguardando quais medidas seriam tomadas pelo governo, dadas pela equipe econômica.  

Em dezembro deste ano, a agência Fitch rebaixou a nota e tirou o grau de investimento do país, sendo o segundo rebaixamento em dois meses, passando de BBB- para BB+, o que significa dizer que o país passou a ter um grau completamente especulativo. As mesmas agências chegaram a rebaixar as notas de outras empresas, como bancos, empresas de energia e a própria Petrobras.

Os desajustes vão desde a crise política aos vários casos de corrupção. Dentre eles, o mais presente internacionalmente é o escândalo da Petrobras, seguido de uma série de acontecimentos que agravam ainda mais o cenário econômico do país. A demissão do ministro da Fazenda Joaquim Levy, não foi vista como algo positivo, o que agravou ainda mais o quadro, consequentemente a isso, o país terá muitas dificuldades em relação a crescimento em 2016, que de acordo com as previsões, consideradas muito abaixo do ideal, para um país do potencial do Brasil.

Publicidade

Como se não bastasse, a presidenta Dilma Rousseff (#PT) enfrenta um processo de impeachment no Congresso, que promete acirrar ainda mais a crise política e consequentemente a economia do país, que certamente continuará em destaque na imprensa internacional até a situação seja acalmada, coisa que parece distante, visto a série de inimizades políticas que até aqui tem se mostrado a agir com bases em interesses próprios, longe de uma hegemonia da qual o governo precisava.