Nesta terça-feira, 29, #Dilma Rousseff assinou um decreto que eleva o salário minimo para R$880 a partir da próxima sexta-feira, 1. A aprovação se dá por motivos políticos, já que a base do #Governo dizia ser inviável o valor aprovado no CN de R$871 e a oposição começou a pressionar o governo federal.

Há alguns meses foi sugerido um salário aproximado de R$865, mas deputados petistas disseram que era impossível elevar 'tanto' o salário mínimo, pois isso quebraria o país em ano de crise. No começo desse mês o Congresso Nacional aprovou o salário de R$871 e os petistas continuaram com a mesma opinião. Dilma não havia proferido nenhuma posição sobre a decisão desde a aprovação no CN.

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Essa semana surgiram rumores de que a resistência de Dilma em autorizar o valor se dava pelo motivo de que o novo salário seria vetado. Por conta disso, imprensa e a oposição começaram a pressionar o governo para aprovar o valor logo, a fim de que este entrasse em vigor logo na próxima sexta-feira. A oposição deixou claro que não aceitaria uma contra proposta menor, de forma que, ou se aprovava aquele valor ou algo superior, mas não inferior.

Portanto, essa guerra política acabou beneficiando os milhões de trabalhadores, aposentados, pensionistas e beneficiários do LOAS, que tiveram um aumento de R$9 em relação ao valor aprovado pelo Congresso. O decreto do novo valor já foi assinado e segue para publicação no 'Diário Oficial da União' já na manhã dessa quarta-feira, 30.

Se por um lado esse reajuste é animador para os beneficiados, por outro tende a não seguir o mesmo patamar no próximo ano, pois o atual sistema de reajuste considerou o crescimento do país no ano anterior, bem como a inflação, entretanto, com a recessão em vigor, a tendência é que não haja tanta felicidade no próximo reajuste.

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A equipe governamental acredita que no próximo ano será possível reduzir a conta de luz, pois o período de crise hídrica já passou, entretanto, não há nenhuma informação oficial sobre essa redução. A inflação tende a aumentar no cenário atual e muitas empresas internacionais estão desistindo de investir no mercado financeiro do Brasil. #Crise econômica