A Polícia Rodoviária Federal(PRF) resolveu decretar estado de #Greve em todo país, na semana de comemoração das festas de final de ano. Deste modo, a fiscalização que é realizada todo ano nas estradas, por conta das festas de final de ano, não deverá ser realizada em algumas cidades do país.  Os policiais rodoviários federais iniciam um movimento que reivindica reajuste salarial para a classe, além de outras pautas. O #Governo já apresentou uma proposta de reajuste, que não foi aceita pela categoria.  A suspensão das negociações com o governo parecem que não evoluíram e por isto o estado de greve foi decretado.

A polícia entra em estado de greve - Paralisação geral está prevista

Os policiais rodoviários federais decidiram entrar em estado de greve, em virtude da suspensão das negociações com  governo.

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A decretação foi feita na semana passada, véspera dos festejos de natal e fim de ano em todos os estados do Brasil. De acordo com a organização do movimento, a greve pode ser decretada até o carnaval de 2016, caso não se chegue a um acordo com o governo.

As fiscalizações das estradas durante o fim de ano

Com a decretação do estado de greve, as operações de fiscalização das estradas durante o final de ano e o início das férias poderá ser prejudicado em alguns Estados. Por exemplo, no estado do Piauí, as operações continuaram com o mesmo número de policiais, apesar do fluxo de carros está acima da média para esta época do ano. Isto pode corresponder a maior número de acidentes nas estradas. Os trechos com maior número de acidentes não deverão recebe nenhum reforço.

Quais as reivindicações do policiais rodoviários federais ?

Os policiais rodoviários federais pressionam o governo por um plano que possa fortalecer a instituição e proporcionar a reestruturação da classe.

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Além disto, eles reivindicam a contratação de pessoal para ocupar cargos de caráter administrativo e um reajuste salarial que possa repor as perdas com a inflação. O governo acenou com a proposta de um aumento de 27,9%, sendo parcelado em até quatro anos, o que foi rejeitado pela categoria, sob a alegação de que o reajuste não seria suficiente para cobrir as perdas com a inflação.

As negociações devem continuar, entretanto, o governo ainda não se manifestou sobre alguma outra proposta. De acordo com a organização do movimento, caso as mesmas não avancem, será decreto greve geral da categoria a partir do carnaval de 2016.