Um dos assuntos mais buscados na internet de todo o mundo é o conteúdo adulto. Depois desse item, internautas gostam de rir das mais diversas situações. Imagina então, quando esses dois assuntos se unem. O estrago é grande. Foi isso o que aconteceu com a bancária Fabíola Barros. O relacionamento extraconjugal dela com o empresário Leo virou notícia no Brasil e no mundo. Tudo porque o marido da profissional das finanças, Carlos Eduardo, decidiu perseguir sua esposa assim que ela disse que sairia de casa. Fabíola teria usado como desculpa para sair de sua residência o fato de ter que embelezar as unhas. Ela avisou que iria na manicure, o que não aconteceu.

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Fabíola não imaginava o que viria em seguida. Carlos Eduardo, ao lado de um amigo, decidiu perseguir-la. A perseguição acabou na porta de um motel. "Foi fazer a unha, né?", disse ele enquanto aparecia revoltado quebrando o veículo de Leo. O marido, irado, ainda agrediu a esposa, puxando ela pelos cabelos. O casal tem dois filhos pequenos e Fabíola, segundo sua advogada, não está saindo de casa por estar chocada com tudo o que houve.

Depois do vídeo principal que foi parar no Youtube, começaram a surgir também boatos de que a bancária apareceria em imagens de vídeos de sexo. O nome dela pode ser facilmente encontrado em diversos portais de conteúdo adulto, uma estratégia para conseguir mais visualizações. A Blasting News conversou com um empresário do setor voltado para pessoas acima  de 18 anos.

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Ele garantiu que de fato não era Fabíola nas imagens. O empresário citou várias diferenças entre as mulheres das imagens, como o próprio biotipo. No entanto, segundo ele, o que mais comprovaria que não seria a bancária no vídeo é a idade da publicação em que ela apareceria, mais de um ano. E só agora o vídeo viria parar na boca do povo? "Quase impossível", disse ele.

Enquanto isso, segundo uma ONG, Fabíola pode processar o marido e o homem que fez as imagens do flagrante. A indenização para ela pode chegar a R$ 150 mil, não excluindo a penalidade por reclusão, por exemplo.  #Justiça #Crime