Seu nome é Newton Ishii, mas é popularmente conhecido como ‘Japonês da Federal’. O agente da PF já foi amplamente mostrado pelos veículos de comunicação durante ações das diversas fases da Operação Lava Jato.

Newton se dividia entre a carceragem da sede da #Polícia Federal em Curitiba, Paraná, e o transporte de presos, mas desde que sua imagem foi veiculada à prisão de políticos, sobretudo os que fazem parte ou possuem ligação com o PT, o mesmo virou uma celebridade instantânea e não é difícil que pessoas compareçam à sede da PF só para tirar uma foto com o agente.

Além disso, sua popularidade instantânea fez com que as fantasias de carnaval inspiradas nele se tornassem as mais procuradas do ano.

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Em Pernambuco, Newton ganhou até bonecão de Olinda. Todo esse sucesso não condiz com o que se espera de um policial federal, logo, A PF decidiu trocá-lo de função.

A justificativa é óbvia e compreensível: a popularidade de Ishii poderia servir de alerta para investigados e atrapalhar futuras prisões, de forma que muitos suspeitos poderiam fugir antes do cumprimento dos mandados de prisão por saberem que Newton está por perto.

A PF não divulgou qual a nova função de Newton, apenas ressaltou que ele não atuará mais nas prisões.

#Lava Jato à mil por hora

A Operação Lava Jato tem focado e investigado o ex-presidente do Brasil, Lula. O mesmo já foi interrogado e a polícia busca compreender e desvendar alguns ‘mistérios’ que relacionam o seu nome, como a sua relação com empreiteiras, o suposto recebimento de propina de 50 milhões durante campanha política (relevado por Cerveró), o enriquecimento incomum, entre outros fatos.

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Até o momento, nada foi provado contra Lula, entretanto, muitos supostos aliados, como Bumlai e Cerveró, já contaram ‘novidades’ envolvendo o petista. Na última edição da Revista Veja há uma reportagem especial que afirma que o Ministério Público possui provas suficientes para denunciar Lula. Caso venha a ser processado por lavagem de dinheiro e seja condenado, pode até ser preso, além de outras possíveis punições políticas. #Investigação Criminal