De acordo com reportagem divulgada no portal Patos Agora, da cidade de Patos de Minas no triângulo mineiro, uma jovem procurou o portal para denunciar um suposto descaso no atendimento.

A jovem levou a filha de apenas um mês de idade para uma consulta de urgência na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e relata que ficou quase duas horas aguardando atendimento. Enquanto aguardava, o pai dela conseguiu registrar fotos e vídeos do médico pediatra responsável pelo plantão dormindo dentro do consultório.

Segundo relato da jovem, as enfermeiras disseram que tentaram por várias vezes acordar o médico, mas todas tentativas sem êxito.

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Após isso, o avô que as acompanhava no #Hospital bateu por várias vezes na janela e na porta do consultório e conseguiu acordar o médico. Segundo relatos do avô, o médico acordou e começou a xingá-lo.

Após o fato, a família acionou a Polícia Militar através do 190 e nenhuma viatura compareceu ao local para registrar o boletim de ocorrência. Após aguardar por mais de duas horas, a família foi embora sem receber o atendimento médico.

Em nota enviada ao portal que fez as denúncias, o médico disse que a maioria dos relatos são mentirosos. Ele afirma que a família aguardou em torno de 60 minutos pelo atendimento porque não acordou quando as enfermeiras o chamou para realizar o atendimento.

Ele ainda afirma que em nenhum momento maltratou ou xingou o avô da paciente. Ele relata que foi a família que o agrediu verbalmente.

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Quanto a dormir nos horários livres, o médico explicou que a prática é comum e praticada em todos os hospitais do mundo.

O médico agora irá iniciar um processo judicial contra a família, principalmente pelas imagens divulgadas que podem prejudicar sua imagem e reputação diante da sociedade. O médico disse que a família tem que realmente procurar seus direitos, mas sem mentiras e sem divulgação de imagens que possa vir a denegri-lo.

Em nota, o diretor responsável pela UPA, Doutor Julian Passos, informa que o médico cumprirá suas atividades até o fim de janeiro e que será substituído por outro pediatra. #Casos de polícia