O Brasil está perdendo a guerra para o Aedes aegypti e a população está em pânico, principalmente as grávidas que tem serem picadas pelo mosquito e terem não só a própria saúde comprometida, como também o bebê que está para nascer.

As mulheres grávidas que já foram confirmadas com diagnóstico de infecção pelo vírus Zica, agora estão procurando uma forma de abortar, mesmo que de forma clandestina e fazem isso sem ao menos saberem se o feto tem ou não a microcefalia.

Em uma clínica particular o preço deste tipo de atendimento varia muito, ficando na média dos R$ 10 mil, mas há lugares que chegam a cobrar bem mais que isto.

Isso não vem acontecendo apenas entre as mulheres de baixa renda ou sem estudo, pelo contrário, mulheres bem sucedidas na vida, até mesmo de nível superior, que possuem ótimas condições financeiras e que planejaram a gravidez, estão se desesperando ao receberem o diagnóstico de que estão com o vírus Zika.

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Muitas destas gestantes estão tendo a reação de procurar logo uma forma de abortar, sem nem fazerem os exames para confirmarem se o feto tem ou não microcefalia.

Grávidas que estão na sexta ou oitava semana de geração estão abortando com o uso do misoprostol que é comprado ilegalmente e com certa facilidade. O uso deste medicamento é restrito aos hospitais, mas as gestantes não têm tido dificuldade em encontrá-lo no mercado clandestino.

A microcefalia é quando há uma má-formação não só da cabeça, mas também do cérebro do bebê e há vários motivos para que isto aconteça, como o consumo de drogas, vírus, bactérias, entre outros.

Para a OMS o que define um caso como sendo de microcefalia é quando o bebê nasce com a circunferência de sua cabecinha com um tamanho igual ou inferior a 32 centímetros.

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Quando isso acontece as causas podem ser muitas, entre elas: ter limitação na fala, na audição e até nos movimentos do corpo, deficiências mentais e a criança pode até morrer, dependendo do caso.

Este é um problema sério que precisa ser combatido urgentemente, tanto com uma maior conscientização da população como também com ações que realmente venham a combater a propagação do mosquito. #Comportamento #Organização Mundial de Saúde #Zika Vírus