O Ministro da Saúde, Marcelo Castro, já havia falado publicamente que o Brasil está perdendo, e feio, a guerra contra o mosquito causador da dengue, #Zika Vírus e chikungunya (o aedes aegypti). Agora foi a vez da presidente Dilma Rousseff falar que a luta está sendo perdida e isso trata-se de uma certificação dos fatos, conforme a própria avaliação feita pela presidente nesta sexta-feira (29).

Depois de uma visita feita a Sala Nacional de Coordenação e Controle de Medidas de Combate ao mosquito no país, a presidente Dilma Rousseff proferiu: "Nós estamos perdendo a luta contra o mosquito, porque enquanto o mosquito reproduzir-se, todos nós estamos perdendo a guerra contra o mosquito". Tendo sido uma surpresa para muitos, pois quando estava no Equador, há dois dias, Dilma Rousseff, teria admitido justamente ao contrário.

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Quando foi indagada sobre o assunto, ela falou que o "Brasil não estava perdendo a batalha".

A imprensa voltou a questionar a presidente sobre as palavras do Ministro da Saúde, Marcelo Castro, " que o Brasil estaria perdendo feio a guerra contra o mosquito". Dilma simplesmente comentou o quanto achava impressionante e fantástico como as pessoas criavam um problema com a certificação da realidade. E depois tentou amenizar tanto suas palavras, quanto as do ministro, dizendo que quando eles falam que estão perdendo é porque querem ganhar. E ainda ressalta que ao falar, também querem dizer que se não houver uma mobilização em grande escala iremos perder a batalha. E, voltando atrás, fala de maneira otimista que o "Brasil vai ganhar sim essa guerra". E fala que iremos mostrar que o povo brasileiro é preparado e capaz de vencer essa batalha, juntamente com as igrejas, sindicatos, governo e cada um dos cidadãos brasileiros.

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Uma reunião com Ministros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) está prevista para a próxima quarta-feira (3 de fevereiro), no Uruguai, para debater sobre esse assunto.

Já numa conversa com fuzileiros sobre a cooperação das Forças Armadas no combate ao Aedes Aegypti, a presidente Dilma Rousseff falou que eles serão o centro da operação, por sua capacidade de mobilização, pela disciplina e pela eficiência na compreensão da grandeza do problema que irão enfrentar.