Nesta quarta-feira, 27, o número de casos de microcefalia no Brasil chegou à 4.180. O problema é ocasionado pelo vírus zika, que por sua vez é originário da picada do Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue e da febre Chikungunya.

Mas engana-se quem pensa que apenas os recém nascidos são as vítimas mais afetadas desse vírus. As demais pessoas, se não tratadas adequadamente, podem ficar com paralisações temporárias. O jornalista Felipeh Campos anunciou na última semana que ficou com parte do rosto paralisado por causa do vírus zika. Segundo informações oficiais, todos os pacientes que fazem o tratamento adequadamente se recuperam sem qualquer sequela.

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Um surto de vírus zika tem se alastrado por vários países, tornando o problema uma verdadeira pandemia. Há relatos de confirmação da #Doença em diversas partes do mundo. Embora a doença já seja conhecida dos cientistas há algum tempo, ainda não foi criada uma vacina ou medicamento especifico para combater esse tipo de enfermidade.

Essa é a mesma situação da dengue, que todos os anos acomete milhares de pessoas no mundo, mas não tem remédio, há apenas o uso de tratamento assintomático, ou seja, para diminuir ou tirar os sintomas, como a febre e a dor no corpo.

A revista médica ‘Eurosurveillance’ divulgou uma pesquisa feita em 2014 onde duas mães da Polinésia Francesa que estavam com o vírus zika tiveram amostras do leite materno analisadas em laboratório, onde também foi encontrado o vírus, mas segundo a conclusão dessa pesquisa, apesar da presença do zika, não havia o vírus replicante no mesmo.

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Logo essa forma de transmissão é muito remota, mas não é descartada, principalmente em uma época de pandemia.

Em 2008, países africanos sofriam com um surto de vírus zika, ocasião em que um americano que viajou para Senegal retornou aos Estados Unidos com os sintomas da doença, sendo diagnosticado com a mesma em pouco tempo. Sua esposa, entretanto, não o acompanhou na viagem, mas também ficou doente pouco depois do marido, sendo confirmado que também estava infectada com o vírus zika.

Os médicos concluíram que o contagio pode ter ocorrido por meio do sêmen do americano. Embora essa possibilidade também seja bem remota de propagar o vírus, na atual fase, também é uma possibilidade não descartada. Esse estudo foi publicado no periódico científico ‘Emerging Infectious Diseases’.

Os médicos brasileiros não desaconselham as mães que estão com o vírus de amamentar, entretanto, ainda não foi anunciado uma política mais rígida de exames para concluir se a criança corre riscos ou não. No Brasil também não há nenhuma informação oficial sobre pessoas que sejam suspeitas ou confirmadas com o vírus zika terem relações intimas, porém, outros países indicam que quem possuir algum sintoma ou tenha viajado recentemente para países em surto, por precaução, usem preservativo até que a possibilidade de ter contraído a doença seja completamente descartada. #Curiosidades #Zika Vírus