Paulo Pimenta, deputado pelo PT/RS já formalizou no início desta semana um pedido à Justiça Federal, solicitando que ele possa ter acesso ao local onde está presa a senhora Cristina Mautoni, de 53 anos.

Cristina teria sido presa pela Operação Zelotes, graças a uma ordem do juiz Vallisney Souza de Oliveira. Mauro Marcondes, marido de Cristina, não aceitou fazer um acordo de delação premiada e foi após este fato que sua esposa chegou a ser presa.

E agora, de acordo com o deputado Paulo Pimenta, a senhora começou a ser tortura com pressões psicológicas e até mesmo sendo vítima de maus tratos.

A "Zelotes" é uma operação que teve início com as investigações sobre grandes empresas que estavam sonegando, mas pouco depois esta operação começou a investigar o lobista Mauro Marcondes, responsável pela contratação do filho do ex-presidente Lula, Luis Cláudio #Lula da Silva, que chegou a receber R$ 24 milhões.

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Mas após estas denúncias de tortura, a Zelotes contará com a participação da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados que deseja averiguar se está havendo algum abuso ou crime contra os direitos dos investigados.

Paulo Pimenta está presidindo esta comissão e está aguardando a autorização da Justiça Federal para que possa visitar a senhora de 53 anos, Cristina Mautoni, que continua detida.

Roberto Podval, que é advogado do lobista Mauro Marcondes, denuncia que seu cliente teria que incriminar o filho do ex-presidente Lula ao aceitar fazer a delação, porém ele não quer fazer isto e por isto continua se recusando a aceitar a proposta.

A senhora Cristina Mautoni estaria sendo privada até mesmo de fazer suas necessidades fisiológicas, conforme denúncia que chegou ao deputado Pimenta.

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Ela estaria sofrendo toda esta tortura para que seu marido de 79 anos aceitasse a delação premiada nos moldes propostos.

Importante ressaltar que Mauro Marcondes vai completar 80 anos no próximo mês de abril e então poderá entrar com um pedido de substituir a prisão preventiva pela prisão domiciliar, o que de certa forma dificultaria as investigações. #Corrupção #Casos de polícia