Uma queda por três anos consecutivos. A previsão nebulosa já está sendo feita por diversas instituições financeiras de todo o mundo para o Brasil. De acordo com essas pesquisas, a coisa piora caso a presidente da república, Dilma Rousseff, não sair do poder. Caso isso ocorra, será o pior resultado já visto em nossa economia desde que esse tipo de medição é feita, a partir do ano de 1901. Um dos estudos mais desesperadores é do banco Credit Suisse, que previa que em 2016 o Brasil tivesse uma queda em seu Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5%. Agora já se fala em 4%. O órgão fez previsão semelhante para o ano passado. E as coisas para 2017 não são lá tão animadoras.

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A queda prevista é entre 0,5 e 1%. 

O Brasil, segundo dados da Folha de São Paulo, só teve dois anos de recessão entre os anos de 1930 e 1931, quando o mundo viveu uma de suas maiores crises econômicas. Em 1929, a bolsa de Nova York simplesmente quebrou e diversos países foram afetados. De acordo com pesquisas do Itaú Unibanco, a queda para 2016 em nosso país será de 4%. Já para 2017, a instituição tem números melhores que a Credit Suisse, prevendo crescimento de 0,3%, praticamente zero. 

Outra pesquisa, feita pela MB Associados, trabalha com dois cenários. De acordo com a instituição, com Dilma no poder os números são os piores possíveis. Se a presidente do país deixar o governo, a previsão é que o Brasil tenha recessão de 3% em 2016 e volte a crescer 0,6% em 2017.

No entanto, caso o impeachment da líder petista não dê certo, a previsão é que a queda econômica seja de 4,1% em 2016 e de 1% em 2017, perigando cair também em 2018.

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Recessões contínuas são raras na economia mundial. Isso porque não é muito normal uma economia já em queda ter resultados ainda piores, especialmente porque a população continua a aumentar e consequentemente consome mais. 

Em entrevista à Folha de São Paulo, o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale,  foi alarmante quanto ao atual momento em que vivemos. "Não há nada nem de perto comparável à crise atual", disse ele.  #Dilma Rousseff #É Manchete!