Ju Isen da Unidos do Peruche, uma das Escolas de Samba do #Carnaval de São Paulo, fez manifestação contra o governo PT e a presidente da república, Dilma Rousseff. A modelo tirou a roupa em frente ao módulo onde estavam presentes os jurados que julgam os quesitos fantasia e evolução e ficou seminua, mostrando os seios e um tapa-sexo com a imagem da presidente. Isso, segundo Sergio Ferreira, presidente da Liga das Escolas de Samba, pode custar caro para a Unidos do Peruche, em termos de pontuação.

Por outro lado, alguns internautas na rede social Facebook fizeram protestos pedindo a ajuda dos movimentos a favor dos direitos da mulher, para que eles se manifestem a favor da moça que aparece em vídeo sendo fortemente empurrada por algumas pessoas: “Estamos aguardando um texto de alguma feminista [...].”, diz a publicação compartilhada na página do ‘Movimento Endireita Brasil’.

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A cena também contou com as filmagens ao vivo da Rede Globo de TV, que flagrou Isen tirando a roupa e mostrando os seios. De acordo com a entrevista dada pela modelo ao portal UOL, em resposta ao presidente da Unidos do Peruche, que afirmou em entrevista que irá processar a modelo por ela ter descumprido uma determinação da agremiação, a moça respondeu que o carnaval é uma festa onde todos já sabem que a mulher pode ficar seminua: “[...] Carnaval é nudez, Carnaval é sensualidade.”, contou.

Isen ainda afirmou que não irá se intimidar com as ameaças vindas de alguns integrantes da Escola de Samba e do presidente Serginho. De acordo com ela, a moça também irá entrar na justiça para processar os integrantes da Unidos do Peruche que a agrediram, ‘empurrando, pisoteando e chutando’ a modelo. “[...] não vou ser agredida assim".

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Confessou.

Isen ainda teria contado à reportagem do UOL que o motivo do protesto tem a ver com o repúdio ‘do povo brasileiro’ contra o governo PT e a presidente Dilma Rousseff. A modelo ainda contou que já fez outros protestos e esse também trataria da questão da corrupção, da falta de escola, de segurança e de hospitais no Brasil: “[...] Eu vim realmente para manifestar.” #Casos de polícia