A presidente #Dilma Rousseff apresentou na última sexta-feira (19) uma reforma fiscal no intuito de controlar melhor os gastos do governo e poderá congelar o salário mínimo, para desespero do brasileiro que já anda tão sacrificado diante da crise que assola o país.

Nélson Barbosa, ministro da Fazenda, já avisou que vai definir um teto para os gastos do governo e caso este limite seja alcançado ou até mesmo ultrapassado, serão tomadas 3 providências para conter o problema.

A primeira providência a ser tomada é a suspensão imediata de novas desonerações, suspensão de concursos, suspensão de contratação e criação de novos cargos e também a suspensão do aumento de salário para os servidores públicos.

Publicidade
Publicidade

Se tudo isto não for suficiente então será tomada a segunda providência que consiste em suspender subsídios, suspender aumento de despesas de custeio e discricionários e também suspender o reajuste nominal dos salários pagos a servidores públicos.

E se ainda assim não conseguir atingir o resultado esperado, vem a terceira e última providência que é a redução com gastos referentes aos benefícios pagos a servidores, além do congelamento do salário mínimo.

De acordo com a lei, o salário mínimo deve ser reajustado todos os anos de acordo com a inflação do ano anterior somada a variação do PIB referente a dois anos antes.

O Governo brasileiro gasta 19,1% do PIB e estuda uma forma urgente de reduzir estes gastos sendo que mais uma vez, o cidadão brasileiro precisará ser sacrificado para que o Governo encontre soluções para seus problemas.

Publicidade

Barbosa quer fazer muito mais e já avisou que é preciso sair do "ajuste fiscal" e ir para as "reformas fiscais" e já fala, além de limite para os gastos públicos, a reforma da Previdência como sendo algo fundamental para que os gastos fiquem dentro da atual realidade em que o país se encontra.

"Aprovar a reforma da Previdência tem impacto positivo imediato", garante Barbosa, alegando que assim haverá maior estabilidade nas contas do Governo.

O brasileiro já reclama que o aumento do salário não vem acompanhando o aumento da inflação real e se tiver seu salário congelado irá enfrentar ainda mais dificuldades financeiras para conseguir manter as contas em dia. #Crise econômica #Crise no Brasil