Neste sábado (20/02/2016) chega ao fim o horário de verão. Na passagem do sábado (20) para o domingo (21), os brasileiros que residem em estados nos quais o horário foi adotado, deverão atrasar o relógio em uma hora. O horário de verão teve início às 00:00 do dia 18 de outubro de 2015, quando os habitantes de dez estados brasileiros, bem como do Distrito Federal, adiantaram os relógios em uma hora. As Regiões Norte e Nordeste, por mais uma vez, não foram incluídas.

A medida foi colocada em prática no Brasil pela primeira vez na década de 30, mediante a promulgação do Decreto nº 20.466 de 1º de outubro de 1931, no governo do então presidente, Getúlio Vargas. Em 15 de outubro de 2012, foi promulgado o Decreto nº 7.826, a partir do qual o estado do Tocatins passou a ser incluído e o estado da Bahia, excluído da sua abrangência.

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De acordo com o Ministério de Minas e Energia, com a adoção do horário de verão, há um maior aproveitamento da luz solar em detrimento das luzes artificiais, o que diminui o consumo de energia elétrica, por parte dos brasileiros, no chamando "horário de pico" (18 às 20 horas). Essa estratégia é repetida anualmente porque durante o verão, os dias são mais longos e as noites mais curtas. Logo, o uso de energia elétrica pode ser reduzido. Atrelado a isso, nesse período do ano, há um menor número de chuvas, o que pode comprometer o abastecimento das hidroelétricas.

Lançando mão da estratégia denominada como "horário de verão", o governo brasileiro passa a economizar energia elétrica durante os meses mais quentes do ano, ao mesmo tempo em que poupa recursos para os eventuais meses que apresentarem maiores necessidades.

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Tendo em vista a crise energética declarada pela Presidência da República ainda no ano de 2015, a medida de adiantar os relógios em uma hora, especialmente neste ano, faz parte de uma série de medidas governamentais que possuem a finalidade de ajudar a retirar o país de mais uma crise (a energética). De acordo o site G1, a economia neste ano chegou aos R$ 162 milhões. #História #Crise no Brasil