Acusada de ter planejado o assassinato dos pais em 31 de outubro de  2002, Suzane Richthofen não teve autorização da #Justiça para cursar faculdade. Suzane, que está presa na ala de regime semiaberto desde outubro de 2015, na Penitenciária 1 de Tremembé, foi aprovada em vestibular para cursar Administração na Faculdade Anhanguera, porém, não foi garantida a segurança da presidiária durante os horários de aula, já que ainda está sob tutela do estado.

A detenta teve o pedido negado pela Juíza Wania Regina Gonçalves da Silva. A solicitação foi enviada no dia 3 de fevereiro e negada no último dia 17. Suzane foi condenada a 39 anos e 6 meses de prisão, após cumprir 13 anos em regime fechado, a justiça aceitou a progressão da pena. 

REGIME SEMIABERTO

Atualmente Suzane divide espaço com 22 detentas, o local tem capacidade para 78 mulheres, onde a maioria cometeu crimes contra a família.

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O pavilhão possui oito banheiros e as camas são beliches. Em agosto de 2014 ela chegou a negar o recurso por medo de represálias, porém em 2015 quis cumprir o restante da pena no regime semiaberto.

O CRIME

Suzane Richthofen e Daniel Cravinhos (na época seu namorado), se conheceram em 1999, logo engataram um romance. Os familiares não aprovavam o namoro,  principalmente seus pais, Marísia e Manfred Richthofen. Ao serem proibidos de manterem um relacionamento, armaram toda uma história para forjar um latrocínio na mansão da família. Suzane, que estava à frente do plano, abriu a porta da casa que ficava no Brooklin, em São Paulo, para Daniel e seu irmão Cristian Cravinhos, para que tivessem acesso ao quarto dos pais. A herança então seria dividida entre os três.

Marísia e Manfred foram mortos enquanto dormiam, no andar de cima da mansão, com marretadas na cabeça.

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Daniel Cravinhos foi condenado assim como Suzane, a 39 anos e 6 meses de prisão, já seu irmão Cristian foi condenado a 38 anos e seis meses. Os irmãos atualmente também cumprem pena em regime semiaberto, aquele que o detento pode sair durante o dia, para trabalhar ou estudar, dorme na prisão e tem direito a saídas temporárias durante o ano. #Crime #Casos de polícia