O Banco da Amazônia não sofreu impactos com a crise econômica do Brasil, obteve bons lucros no ano de 2015 e foi reconhecido no mercado. Antônio Carlos de Lima Borges (diretor de infraestrutura de Negócios), mostrou neste mês de fevereiro (29) no banco em Belém, o resultado financeiro de 2015.

Para este ano de 2016 há um grande otimismo com relação aos nove estados que compõe a Amazônia Legal. A intenção do Banco da Amazônia é destinar R$5,9 bilhões em crédito de fomento, tendo indicadores mais elevados que os de 2015, pois no ano passado foram investidos no comércio local cerca de R$5,7 bilhões.

O investimento beneficiou os empresários da região e a alta no crédito foi de 10,5%, em comparação a R$5,2 bilhões em 2014.

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De acordo com os diretores do banco, os lucros que foram demonstrados pela instituição financeira nos anos finais é fruto de todos os trabalhadores da instituição, pois eles estão sempre se capacitando para poder oferecer um bom atendimento aos clientes e assim contribuir para a sustentabilidade da Amazônia.

A organização conseguiu atingir uma estabilidade econômica graças aos seus propósitos e objetivos, alcançando novos consumidores. O Banco aumentou a sua carteira e o percentual foi de 182,4%%, com 41.636 novos correntistas. Em 2014 obteve 22.824 clientes.

Em 2015, o Banco da Amazônia alcançou o melhor rendimento no comparativo de dez anos, comemorando o resultado. Borges disse que mostraram um excelente trabalho e encerraram com o melhor lucro dos tempos. O Banco teve um faturamento de R$ 249 milhões e mostrou um progresso de 35,8%, no comparativo a 2014, com lucro de R$183,3 milhões.

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O Pará

O Banco da Amazônia é a maior empresa de crédito na localidade, possui 62,77% do aval para esse ramo, de acordo com informações do Banco Central. O sucesso da organização vem das muitas linhas de crédito que ela oferece e o FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte), que é o seu carro-chefe, com percentual de 95% entre os demais créditos oferecidos.

O agronegócio

O FNO disponibilizou o valor de R$5 bilhões e superou o percentual de 12%, dos recursos aplicados em 2014, um total de R$4,5 bilhões. Mesmo diante da crise econômica do Brasil, o setor do agronegócio cresceu e atualmente é o que alavanca a oferta de crédito do Banco da Amazônia.

O agronegócio é o responsável por 48% dos negócios da entidade, de acordo com Luiz Otávio Monteiro Maciel Júnior (diretor de Gestão de Recursos) e se espera que haja continuidade em 2016. Para ele é importante continuar com o trabalho e adequar o capital para ampliação do setor.

O estado do Pará foi o que mostrou as maiores contratações e liberações adquiridas no banco.

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Com o percentual de 25% dos investimentos, possui o PIB (Produto Interno Bruto) mais alto da região norte do país em torno de R$92 bilhões. Em cinco anos ocorreu à aplicação de R$6 bilhões no Pará e o banco quer investir R$1 bilhão, o que significa um terço do capital do FNO.

A atuação do Banco da Amazônia influi na economia do Pará e localidades e o lucro do PIB é em torno de R$20,9 bilhões. A empresa tem 73 anos de existência e tem forte influência no emprego e renda da região. Com os  investimentos foram poupados 708 mil empregos e em 2015 alcançaram 700 mil empregados, segundo informou Wilson Evaristo (diretor comercial e de distribuição). #Natureza #Agricultura