A vida não anda fácil para a presidente da república Dilma Rousseff. A cada dia ela parece ter menos força para continuar no governo. De acordo com o que foi definido pelo Supremo Tribunal Federal, o SBT, o andamento do impeachment exige que o Senado tenha poder de barra ou não o processo que deve ser definido pela Câmara dos deputados. Com isso, a presença de Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, partido aliado da presidente, ganha cada vez mais papel de protagonismo. É ele quem poderia salvar a pele da companheira de Luiz Inácio Lula da Silva. Poderia, mas não deve fazer. De acordo com uma reportagem publicada no jornal 'O Estado de São Paulo' neste domingo, 

A questão é que Renan acredita que com o processo passando pela Câmara dos deputados, o #Impeachment deve ganhar a força de uma onda, prosperando e crescendo cada vez mais.

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Sendo assim, a tendência é que a maioria dos senadores não reverta o processo de impedimento da presidente #Dilma Rousseff. Atualmente, de acordo com uma pesquisa do Datafolha, 68% dos brasileiros apoiam que a governante do país deixe seu posto. O número de pessoas descontente com o governo é um pouco maior, 69%, aproximando-se do maior índice de rejeição da história de Dilma, alcançado no ano passado, quando ela atingiu os 71%.

Calheiros só vê agora, ainda segundo o 'Estadão', uma única possibilidade de Dilma não passar pelo processo de impedimento, a atuação do ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva. Até por isso, Rousseff conseguiu colocar seu aliado como Ministro da Casa Civil. O político não ficou muito tempo no posto, já que por medidas judiciais precisou ser temporariamente desempossado.

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Como a última decisão veio do STF, que nesta semana está de folga, a expectativa é que antes da páscoa Lula não volte a ser Ministro. 

Já a outros políticos, Renan está dizendo que fará apenas o seu papel como presidente do Senado, conduzindo de forma institucional o processo e o que vier das novas revelações feitas pela Lava Jato, investigação comandada por Sérgio Moro.