O rito de impeachment da presidente Dilma Rousseff é notícia no Brasil e no mundo. A comunidade internacional vê com grande expectativa a possível saída da companheira política de Luiz Inácio #Lula da Silva do poder. De acordo com informações do jornalista Kennedy Alencar, após a divulgação da lista de ajuda financeira da Odebrecht a mais de 200 políticos de 18 partidos, aumentam as possibilidades para a queda da presidente da república. Isso porque tantos nomes divulgados deve causar um estrago político amplo, enfraquecendo ainda mais Dilma. 

O comentarista político explica que a lista só faz com que deputados e senadores tentem acalmar de vez a opinião pública.

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Entregar a cabeça da presidente é uma maneira de fazer isso. Ou seja, quanto mais rápido Dilma sair do poder, menos chances de novos nomes aparecem nas investigações da Lava Jato e de protestos contra qualquer políticos. De acordo com o Datafolha, 68% dos brasileiros são a  favor do impeachment.

O pedido de impeachment aceito pelo presidente da câmara Eduardo Cunha fala das pedaladas fiscais, mas o que deve mesmo estar nos discursos dos deputados é a incapacidade de Dilma em governar. Nesta quinta-feira, 24, uma pesquisa divulgada pelo IBGE mostra que 9,5% dos brasileiros se dizem desempregadas. Ao todo, cerca de 100 milhões de pessoas são avaliadas, o que pode mudar bastante esses números. Essa é a maior taxa já registrada pelo atual modo de pesquisar do IBGE, que mudou sua forma de estatísticas em 2012. 

Ao que tudo indica, haverá uma maior gana dos políticos e rapidez para fazer com que a pendência nacional do momento, a queda ou não de Dilma, seja logo definida.

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De acordo com Alencar, Rousseff imaginou que jamais seria atingida pela Lava Jato. No entanto, mesmo não tendo o seu nome divulgado nas planilhas, ela deve ser a primeira grande vítima político dessa etapa da operação que já dura mais de dois anos no país.

Após a divulgação das planilhas, o juiz Sérgio Moro determinou que os documentos fiquem em sigilo. Na prática, não adiantou nada sua decisão, já que a imprensa havia divulgado a lista.  #Dilma Rousseff