Horas após a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como Ministro ter sido confirmada pelo governo da presidente Dilma Rousseff, diversos movimentos sociais e partidários começaram a organizar manifestações através das redes sociais. A maioria deles já fala em uma espécie de Greve Geral. A data escolhida não é consenso, mas o dia 21 de março é o que está sendo mais divulgado pela internet. A página 'Reaças-SP', por exemplo, já tinha até o início da noite 80 mil pessoas convocadas para os protestos do dia 21, que não está sendo conduzido oficialmente por nenhum partido político. "Vamos parar o Brasil. Sem movimentos, sem partidos. O povo vai pra rua", publicou a página. 

Hashtags sobre o assunto também chegaram a ficar entre os assuntos mais comentados da internet.

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A tag Ocupa Brasília ficou durante horas no topo do Twitter. De acordo com a Polícia Militar de Brasília, mais de cinco mil manifestantes estiveram na região do Palácio do Planalto e também do Congresso Nacional em protesto contra a gestão da presidente. A manifestação começou ainda antes do áudio do grampo de uma ligação entre Dilma e #Lula ser divulgado. A conversa foi enviada a imprensa com a autorização do juiz Sérgio Moro. Panelaços e protestos em pelo menos quinze estados também foram observados ao longo da noite fatídica. 

Mas não é só a população que está irritada com o fato de Lula ser Ministro. Empresários do Ceará já cogitam não pagar nem mesmo os impostos. A medida foi confirmada por Beto Studart, Presidente da Federação das Indústrias da região e teria o objetivo justamente de mostrar uma reação de quem faz o país  ser movimentado.

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Outra medida analisada também é a Greve Geral, também chamada de Paralisação Nacional. 

Nesta quarta-feira, 16, foi concedida uma entrevista coletiva sobre o assunto. De acordo com a entidade, a paralisação ainda não foi fechada, mas já virou um dos assuntos principais de 39 sindicatos filiados em todo o país. “Pode uma parada nacional. Não sei quando vai ser. Fatalmente, não vai ser essa semana porque não tem organização para isso”, explicou Beto Studart.  #Dilma Rousseff #Impeachment