A Rússia é reconhecida internacionalmente por ser uma grande fabricante e exportadora de material bélico em geral. Por exemplo, no quesito helicópteros de combate, os russos têm se mostrado insuperáveis, pois geralmente essas máquinas voadoras vêm sendo produzidas com o que há de melhor no contexto técnico e científico das fábricas de armamentos russas. 

Neste exato momento, há toda uma linha de produção do helicóptero de combate Mi-28 ou "Caçador Noturno" como está sendo chamado. Alguns países como o Iraque (esse fechou um contrato com a compra de 40 Mi-28 no ano de 2012) já fazem parte da carteira de clientes da Rússia e agora o Brasil (além do Vietnã e nações no norte do continente africano) é o principal interessado pelo Caçador Noturno, conforme veiculado por uma fonte interna russa que decidiu por não se identificar. 

Ainda, de acordo com o mesmo informante anônimo, tem havido um interesse progressivo em relação ao helicóptero por parte de inúmeros países e, com isso, um bom número de acordos comerciais nos seus mais diferentes estágios, está sendo conduzido atualmente entre os fabricantes russos e os países interessados. 

Textualmente, o informante da Rússia afirmou que: “Mais de 10 países já expressaram interesse pelo Mi-28.

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Eles já receberam o material de divulgação, assistiram a apresentações, etc. Ainda há outros países interessados, contudo, cujo contato ainda não alcançou esse nível".

 

A tecnologia e performance dessa fortaleza dos ares pode ser medida por algumas características e funções que ele tem e executa respectivamente, tais como: a aeronave consegue comportar um total de duas pessoas como tripulantes, conferindo-lhe agilidade nas manobras aéreas; o helicóptero foi projetado para buscar e destruir equipamentos blindados e vasos de guerra; pode rastrear tropas inimigas na área de conflito e alvos aéreos que estejam em velocidade baixa. O Mi-28 leva consigo mísseis, que são guiados ou não. 

Essa criação de ponta da tecnologia bélica, o Caçador Noturno, funciona de igual modo tanto à luz do sol, quanto em operações noturnas e debaixo das condições meteorológicas mais adversas possíveis.

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Resta uma pergunta: será que o Brasil concretizará rapidamente a compra dos helicópteros russos? #Negócios #Governo #Terrorismo