Foi concluído esta semana pela Polícia Civil de Uberlândia, interior de Minas Gerais, o inquérito sobre o #Crime bárbaro que resultou na morte da pequena Sophia, de 7 meses. Além de estuprada, a delegada responsável pelo caso, Gabriela Damasceno, concluiu que Carlos Henrique Gomes Fortunato de 25 anos, padrasto da criança, ainda usou de violência durante o estupro.

Com pancadas na cabeça, tentativa de afogamento e outros tipos de agressões, foi concluído que Carlos sentia raiva da criança e que a intenção dele era matá-la.

Em depoimento, Carlos revelou detalhes da barbaridade que cometeu. Ele conta que agrediu Sophia por um período de 4 horas, com pancadas na cabeça que resultou no afundamento do crânio.

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Após isso, ele enfiou o rosto de Sophia debaixo do chuveiro por um período de 30 minutos, resultando assim em um inchaço abdominal.

Após cometer todas essas agressões, Carlos conta que Sophia ainda estava viva, e ao enxugá-la e colocá-la no sofá, sentiu vontade de praticar o ato sexual.

Ele conta que praticou sexo oral na criança por aproximadamente 30 minutos, e em seguida, tornou a agredi-la com socos no abdômen. Não satisfeito, ele pegou um travesseiro e asfixiou Sophia até perceber que ela não mais se mexia.

A polícia ainda acredita que Carlos tenha praticado sexo anal com a criança, visto que ela apresentava ferimentos na região. Carlos nega que tenha praticado.

Após terminar as agressões, Carlos ligou para a mulher e disse que Sophia havia caído de seu colo. Ela voltou para casa e os dois foram levar a criança para ser atendida na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que fica a 200 metros da casa onde a criança residia.

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Ao ser atendida, ficou constatado que Sophia havia sofrido um afundamento craniano e penetração na vagina.

Essa não foi a primeira vez que a criança sofreu maus tratos. No final de 2015, ela já havia dado entrada na UPA com vários hematomas pelo corpo. A mãe ainda foi orientada pelos profissionais da UPA a registrar um boletim de ocorrência, o que não foi feito.

Em depoimento para a polícia, a mãe se comportou indiferente, chegando em alguns momentos a proteger o acusado. A delegada concluiu que a mãe nada fez para proteger a filha, sendo assim, ela também será indiciada pelos mesmos crimes, e ainda por omissão.

Carlos está preso e, se condenado, as penas de estupro de vulnerável qualificado e homicídio qualificado podem passar de 45 anos. #Casos de polícia