Um projeto de lei, que já foi aprovado pelo Senado, está colocando mais polêmica no governo da presidente da república Dilma Rousseff. De acordo com informações do site da 'Revista Época' em matéria publicada nesta segunda-feira, 28, tal projeto teve total apoio de Dilma. Ele prevê  que igrejas não precisam mais pagar o IPTU, mesmo no caso de quando os imóveis onde são realizados os cultos são alugados. Instituições religiosas já tinha outras regalias através da lei brasileira, como não pagar o imposto de renda. Com o incentivo, as igrejas vão gastar ainda menos para manterem seus templos, sendo necessário pagar basicamente luz, água, além de funcionários e material de limpeza e manutenção.

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Para muitos, ter uma igreja virou um dos negócios mais lucrativos da atualidade.

A medida foi tomada justamente quando o PRB, partido da base evangélica, que até então apoiava o governo, inclinou-se para uma debandada geral. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, com o aval do bispo Edir Macedo, a Igreja Universal do Reino de Deus, seus pastores e aliados políticos, decidiram recentemente pular do barco. Após a informação, Dilma tentou negociar um Ministério com o PRB. O objetivo dela, obviamente, é trazer mais aliados na votação pelo #Impeachment, que sem nenhuma intervenção judicial, deve acontecer na semana que vem. Nesta segunda, aconteceu a quinta sessão da câmara desde que o início do processo de votação sobre o impedimento foi aprovado. Ou seja, agora Rousseff tem mais cinco sessões para fazer sua defesa.

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Caso a presidente cumpra com o que disse, ela deve aparecer na Câmara dos Deputados no último momento, o que pode ser ruim para ela. Quanto mais tempo passa, mais gente anuncia a debandada do governo. Nesta terça-feira, 29, por exemplo, está previsto que o PMDB anuncie que sairá oficialmente da base da presidência. Caso isso acontecer, o movimento do impeachment é praticamente certeiro, pois deve contaminar a base aliada.  O desfecho de tudo, no entanto, pode demorar até outubro, caso haja um grande postergamento.  #Lula #Dilma Rousseff