O presidente nacional do PSDB e candidato derrotado no segundo turno das eleições presidenciais de 2014, #Aécio Neves, esteve presente no ato em defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff em Minas Gerais, na Praça da Liberdade, neste domingo (13). No entanto, o tucano adotou uma postura comedida. Limitou-se a cumprimentar eleitores e correligionários, e evitou fazer um discurso aos presentes.

Na sequência, ele foi para a São Paulo, onde, à tarde, participou dos atos na Avenida Paulista e acabou recebendo vaias. Ainda em Minas Gerais, contudo, Aécio atendeu a imprensa e voltou a defender o afastamento de Dilma Rousseff da presidência da República.

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Na sua avaliação, há três caminhos no momento: o impeachment, a renúncia ou a cassação da chapa via Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Uma dessas três opções permitirá aos brasileiros sonharem com um futuro melhor para o país (…) Hoje, qualquer saída que tire a presidente do cargo, será bem melhor do que ampliarmos esse calvário dos brasileiros por mais algum tempo”, disparou o senador do PSDB.

Em Minas Gerais, assim como em grande parte dos demais estados brasileiros, manifestantes foram às ruas com bandeiras do Brasil e cartazes com mensagens contra o governo Dilma Rousseff. O juiz Sérgio Moro e a Polícia Federal, responsáveis pela condução da Operação Lava Jato, receberam faixas de apoio.

Na Praça da Liberdade, a Polícia Militar de Minas Gerais estimou um número maior de protestantes com relação ao mesmo período do ano passado, que também recebeu protestos contra o governo.

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Em março de 2015, cerca de 25 mil pessoas compareceram ao ato. Na manhã desse domingo, as autoridades estimaram 30 mil presentes. #Manifestação #Protestos no Brasil