A escritora e atriz Fernanda Torres publicou nesta sexta-feira, 25, um artigo polêmico sobre política. Depois de criticar as feministas, dizendo que prefere os homens machistas, Fernanda decidiu abordar a atual crise no país, no qual boa parte dos brasileiros pede o #Impeachment da presidente da república #Dilma Rousseff. A escritora não gostou da decisão do juiz Sérgio Moro em mandar para a imprensa as gravações das interceptações telefônicas do ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva. 

Torres, que não é advogada, criticou especialmente o grampo feito com Dona Marisa, mulher do ex-presidente. De acordo com ela, essa interceptação seria de menor relevância.

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O tal grampo é aquele em que Marica aparece conversando com o filho após uma noite de panelaço. A ex-primeira dama manda os brasileiros enfiarem a panela no "c*", mostrando-se descontente com os protestos, que fazem parte de qualquer democracia e são resguardados pela constituição brasileira. 

De acordo com Fernanda, a única intenção de Moro ao divulgar os áudios foi satanizar a ex-primeira dama. Ela chama tal atitude de "desejo hediondo". Torres ainda argumenta que ninguém conseguiria  aguentar o tranco, tendo seu nome tão exposto na ordem pública. Em seguida, ela opina mais uma vez: "não é aceitável, não pode ser". 

Tais comentários não foram aceitos por boa parte dos leitores da publicação onde Fernanda costuma escrever suas colunas. O nome dela ficou entre os mais comentados do Twitter.

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A maioria dos comentários eram contra ela. Muita gente não teve dó e decidiu "humilhar" a nova "comentarista política" em tempos de impeachment. 

Abaixo colocaremos alguns comentários, evitando aqueles que foram excessivamente ofensivos. Não publicaremos o nome de quem escreveu tais tweets por uma questão de que todos tem liberdade de expressão e nem por isso, precisam ganhar espaço na mídia. 

"Aí vc ve a medíocridade. A Fernanda Torres acha q, se alguns bandidos estão blindados, #Lula tbem deveria estar."

"Fernanda Torres depois de levar uma chamada da Esquerda folha passou a escrever totalmente diferente do que pensa."