De um lado a presidente brasileira, uma mulher que tinha tudo para ter um mandato histórico, tanto para as feministas que tendem em se multiplicarem, quanto e principalmente para a política nacional. Mas ao se deixar ser governada, fez tudo, menos governar.

Colocou o próprio pescoço na guilhotina para tentar salvar Lula em uma nomeação desastrosa à Casa Civil, bem como deixou o ex-presidente ser considerado atual líder do #Governo em seu lugar, e ela, por sua vez, assumiu o posto de Temer e o deixou como um simples ‘vice decorativo’.

Isso sem falar da delação de Delcídio do Amaral, que acusa Dilma de tentar interferir na Lava Jato ao indicar o ministro do STJ para livrar a pele de investigados do partido.

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Esses fatos e mais outros detalhes acumulados nos últimos seis anos, sobretudo os últimos três, representam Dilma.

Do outro lado, um deputado polêmico por sua sinceridade. Criticado por bandidos, parentes de meliantes, homossexuais, militantes de esquerda e pessoas sensíveis demais, Jair Bolsonaro não manda recado e mostra quem realmente é em suas entrevistas e declarações. 

Ex-capitão das forças armadas brasileiras, Bolsonaro é a favor da pena de morte para assassinos e estupradores, bem como é um dos maiores críticos dos direitos humanos no Brasil, que foi transformado em ‘direito dos manos’, conferindo proteção e compreensão aos criminosos e esquecendo-se da vítima da violência e de seus familiares e dependentes.

O parlamentar também acredita que homossexualidade é uma questão de escolha e não algo que uma criança já nasce sendo, como muitos ativistas tentam fazer a sociedade acreditar. Maior representante da tradicional oposição conservadora do Brasil, o deputado tem ganhado cada vez mais destaque em meio ao caos político nacional.

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Tanto Dilma, quanto Bolsonaro possuem mais de dois milhões de seguidores no Facebook, mas nos últimos dias, Bolsonaro ultrapassou vinte mil seguidores de diferença em relação à Dilma, pelo menos até o fechamento dessa matéria. 

Embora redes sociais não ganhem eleição, os números evidenciam algo já mostrado nas ruas e em algumas regiões do país: muita gente cansou da mesmice, bem como da 'anarquia' que alguns grupos e políticos tem feito na sociedade, logo, o cidadão de bem tem se tornado mais conservador, crítico e participativo da política nacional, por isso o destaque de Jair, que nem mesmo é conhecido em algumas regiões do norte e nordeste do país, mas que por outro lado tem obtido maior popularidade cibernética do que Dilma, que mesmo a contragosto, ainda é (não se sabe por quanto tempo) a presidente de mais de 200 milhões de brasileiros.

Mas não tenha dúvidas que seja agora ou em 2018, os números quase insignificantes para a esquerda nesse momento, mostrarão mais força e seja Jair ou outro a ganhar as eleições, o fato é que o Brasil só continua com a cultura do 'toma lá da cá' se as pessoas forem tão corruptas quanto alguns políticos ou se houver alguma 'fraude' nas eleições. #Dilma Rousseff #Internet