O governo da presidente da república #Dilma Rousseff passa por apuros e o PT também. A cada dia com mais risco de sofrer #Impeachment, a líder política fica ainda mais nos holofotes. Agora, de acordo com informações do jornal Folha de São Paulo publicadas nesta segunda-feira, 21, o governo deve mudar nos próximos dias o diretor geral da polícia federal. Com isso, Leandro Daiello, que atualmente comanda a operação, deve deixar o cargo.

O motivo segundo a Folha é a quebra de confiança entre Leandro e os líderes governamentais após o vazamento da conversa telefônica entre a presidente e seu aliado, o quase Ministro Luiz Inácio Lula da Silva.

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É bom lembrar que os áudios foram gravados com autorização da justiça. Sergio Moro, que comanda a Operação Lava Jato, investiga #Lula por uma possível tentativa de atrapalhar as investigações da polícia federal e até de estar envolvido no esquema de corrupção da maior estatal brasileira, a Petrobrás.

Lembrando, que na semana passada, Dilma nomeou Lula como Ministro da Casa Civil depois que o Ministério Público solicitou a prisão preventiva do ex-presidente. O político até chegou a ser empossado no cargo e agora deve fazer um trabalho informal no governo, já que a justiça também impediu que ele virasse Ministro, perdendo, portanto, o foro privilegiado. Com isso, Lula pode ser preso a qualquer momento. Além disso, as investigações contra ele continuam com Sérgio Moro e não com o Supremo Tribunal Federal, o STF. 

A expectativa agora é que o nome que substituirá Leandro Daiello seja anunciado em até 30 dias.

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Ele está no cargo desde 2011. As possíveis mudanças na PF foram anunciadas pelo próprio novo Ministro da Justiça Eugênio Aragão. Na sexta-feira, 18, ele disse à mesma 'Folha de São Paulo' que poderia tirar uma equipe inteira da Polícia Federal caso alguma informação vazasse. Ele não falou necessariamente em grampos, mas acabou abrindo essa prerrogativa para o debate. Eugênio explicou ainda que faria isso mesmo que não tivesse qualquer prova do fato, o que gerou muitas críticas e o chamado "clima de terror".