Se depender dos aliados do PMDB do Rio de Janeiro, a presidente da república Dilma Rousseff vai mesmo sofrer o processo de #Impeachment. Antes amigos, os políticos da cidade Maravilhosa não querem mais ser vinculados ao nome da mulher que governa o Brasil. A decisão foi dada após uma reunião nesta quarta-feira, 23, mas ganhou repercussão oficialmente apenas nesta quinta-feira, 24. Todos os doze representantes do então maior apoiador de Dilma, entre eles o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e Jorge Picciani vão votar na próxima terça-feira, 29, pela saída do partido do governo.

É nessa data em que acontecerá o diretório nacional do partido, que ao que tudo indica não vai continuar a estar no comando do governo.

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Caso isso ocorra, existe a expectativa para que o PMDB perca seus Ministérios, o que não é mais visto como um problema, a não ser para alguns Ministros, que tem receio da base legal para tirar Rousseff do poder. Mesmo que o impeachment seja aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado, Dilma pode pedir recurso ao Supremo Tribunal Federal, o STF. Se ela cumprir o que vem prometendo, a presidente irá até as últimas consequências. "Jamais renunciarei", voltou a dizer Dilma em entrevista a jornalistas de seis veículos internacionais hoje em Brasília.

De acordo com o jornal carioca Extra, o vice-presidente da república Michel Temer já sabe que seus aliados do Rio de Janeiro debandaram de vez da ideia de tentar ajudar a reverter o quadro político da presidente. Ele ficou sabendo da notícia em uma visita ao governador do estado, Luiz Fernando Pezão, que está internado há dias no hospital Pró-cardíaco.

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Pezão anunciou em coletiva que está sofrendo de um câncer e que irá se afastar do governo estadual por pelo um mês.

Na terça-feira, além de votarem contra Dilma, o grupo de políticos do diretório do PMDB também entregará todos os cargos que tem no governo. Uma iniciativa poucas vezes vista na política nacional. Paralelamente a isso, Temer já pensa em novos Ministros para quando assumir, se é que isso vai mesmo acontecer.  #Famosos #Dilma Rousseff