Vale tudo para continuar no governo? Você pode dar inúmeras respostas para essa pergunta e a presidente da república Dilma Rousseff também. Nesta terça-feira, 29, acontece a grande reunião do PMDB, que deve dizer se continuará ou não no governo. Enquanto a decisão não vem, o Presidente do Partido dos Trabalhos (PT), Rui Falcão, tenta mobilizar o que pode para tentar barrar o movimento do #Impeachment. Ele acredita que só muita gente nas ruas, gritando a favor de Rousseff, seria capaz de provocar algum tipo de pressão. Conforme a 'Folha de São Paulo' publicou nesta segunda-feira, 28, alguns movimentos sociais, no entanto, já dão como certa a saída da presidente no poder.

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Eles farão manifestações para impôr pressão, mas não acreditam mais em nenhuma reviravolta. 

O Presidente do PT tenta agora marcar uma manifestação no dia 31 de março, dia em que o Golpe Militar realizado no Brasil completa aniversário. O objetivo do partido é o de realmente aliar uma coisa a outra, criar um clima de temor e fazer as pessoas lutarem não a favor de Dilma, mas contra a Ditadura. “Só a mobilização nas ruas pode barrar o golpe”, publicou Falcão

Apesar de fazer referência ao golpe militar, Falcão elogiou o trabalho das Forças Armadas, que estariam, segundo ele, cumprindo rigorosamente a função para qual são destinadas, não influenciando a política do país, nem se aproveitando dela. Não é a primeira vez que Rui Falcão conclama os militares, solicitando a eles que defendam a democracia. “Queremos a paz, mas não tememos a guerra”, escreveu ele em outra publicação, dessa vez, efetuada no sábado, 26.

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Enquanto isso, Dilma se reuniu com seus Ministros do PMDB. Segundo a Folha, ela teria solicitado que eles não fossem à reunião do partido. Além disso, os líderes políticos tentariam convencer outra parte do PMDB a esvaziar a reunião do partido. O objetivo de Rousseff seria tirar a legitimidade da decisão, que deve ser contrária a ela e a favor da continuidade do processo de seu impedimento, cada vez mais claro.  #Lula #Dilma Rousseff