Após a saída oficial do PMDB do governo, começou a se discutir quando acontecerá a votação do #Impeachment da presidente da república Dilma Rousseff. De acordo com uma nota publicada pelo site da 'Revista Veja' nesta terça-feira, 29, os partidos da oposição já fazem uma certa pressão a Eduardo Cunha, que preside a Câmara dos deputados. Eles querem que a votação, não importa o resultado, será histórica, seja votada no dia 14 de abril, uma quinta-feira. A votação será aberta, ou seja, cada um dos deputados terá seu nome chamado um a um para subir ao plenário da casa e anunciar se quer que a líder política do país deixe ou não do governo.

Já Eduardo Cunha, ainda tenta manter a votação do possível impedimento de Dilma para o domingo, dia 17.

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No entanto, apoiadores do impeachment e os contra a medida, chamada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de golpe, acham que se a votação realmente continuar no domingo, haverá muita espetacularização em cima do processo, o que querendo ou não, dará a ideia de enorme show. A data também anteciparia a saída da presidente do governo, caso a votação seja favorável ao impeachment. Nesse caso, o processo seguiria ao Senado. Aprovado pelos senadores, o impedimento ainda poderia ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Caberia ao órgão dizer se Dilma poderia pedir recurso ao principal tribunal do país no poder ou fora dele.

O medo de Dilma é que a saída do PMDB do governo provoque um efeito dominó, com vários outros partidos pulando do navio. Até então, ela tinha mais do que votos suficientes para se manter no poder, mas o partido do vice-presidente Michel Temer tem muitos votos e influência.

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A decisão dele em não apoiar mais Rousseff a leva a uma situação extremamente crítica. Sem dúvidas, esse é o momento mais difícil de seus dois governos. Além do processo atual de impeachment, a Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, protocolou outro pedido de impedimento, que até o momento não será analisado por Eduardo Cunha, que justificou que a entidade demorou muito para decidir o que defende.  #Lula #Dilma Rousseff