E quando a gente acha que nada de novo pode fazer a avaliação da presidente da república cair ainda mais, o jornal O Globo publicou nesta quinta-feira, 31, que o governo teria negociado com deputados para votarem contra seu #Impeachment na Câmara. A atitude, vista por muitos como suborno, funcionaria da seguinte maneira. Cada deputado que publicamente dissesse que é contra o impedimento de Dilma receberia R$ 1 milhão para serem revertidos em obras em seu estádio. Os que se mostrassem indecisos, abstivessem ou não fossem à sessão histórica receberiam R$ 400 mil. A informação ainda não foi comentada pelo Palácio do Planalto.

De acordo com o site da revista 'Isto É', uma representação já foi feita contra a suposta atitude tomada pela presidente.

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Ela foi protocolada na Procuradoria Geral da República e vai contra também o chefe pessoal do gabinete de Dilma, Jaques Wagner, que recentemente aceitou ceder seu cargo como Ministro da Casa Civil ao ex-presidente #Lula, que por decisão judicial acabou nunca realmente assumindo o mesmo. Ele só ficou empossado como ministro por menos de uma hora.

A representação foi efetuada porque, se comprovado o fato de Dilma ou o governo negociar troca de favores com os deputados, isso caracterizaria para alguns Senadores um ato de improbidade administrativa gravíssimo. Assinam a representação os senadores Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e José Medeiros (PSD-MT), além da chamada Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, através de uma de suas líderes, Carla Zambeli. 

Os dois Senadores pediram que uma investigação criminal fosse aberta na esfera "civil administrativa" e falam mais, caso seja comprovado o delito de #Dilma Rousseff, que a ela seja aplicado o artigo 12 da lei 8.429 de 1992.

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Esse lei diz que qualquer político que faça tal prática pode perder a função pública, além de não ter mais direitos para se eleger entre três e cinco anos. Ou seja, se as informações do jornal 'O Globo' vierem a ser efetivamente dadas como cabais, Dilma pode sair sem o impeachment ou a renuncia do cargo de presidente da república.