Apoiado pela população que foi às ruas nas últimas semanas, o juiz federal Sérgio Moro não é só bem quisto no Brasil, mas também internacionalmente. De acordo com uma lista criada pela revista 'Fortune' e publicada nesta quinta-feira, 24, ele é um dos 50 maiores líderes de todo o mundo. Moro aparece em uma liga que tem nomes como o fundador da Appe, Jeff Bezos, que liderá o ranking da publicação americana, e da premiê alemã Angela Merkel, que aparece no segundo lugar. 

De acordo com a 'Fortune', Moro é o décimo terceiro maior líder do planeta. Para chegar a conclusão, a revista utiliza critérios como credibilidade e capacidade de criar tendências.

Publicidade
Publicidade

O juiz federal é o responsável por conduzir a operação Lava Jato, que investiga o maior esquema de corrupção já visto no Brasil, envolvendo também a maior estatal brasileira, a Petrobrás. A frente de Moro está o Papa Francisco, que está em quarto na lista da revista. 

A popularidade mundial de Moro é tão grande que ele aparece a frente do vocalista do U2, Bono Voz, que é listado na décima quarta posição. Ele também está melhor que o presidente de um dos maiores aliados do Brasil, a Argentina. Maurício Macri figura no vigésimo sexto lugar. Já o apresentador John Oliver está localizado na posição de número 30. Moro venceu ainda atletas famosos, como Stephen Curry, que ficou apenas com o décimo quinto lugar. 

A lista não contém o nome da presidente da república do Brasil, #Dilma Rousseff, tampouco do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva.

Publicidade

Os dois estão no olho do furacão e aparecem com popularidade em baixa. Dilma, por exemplo, de acordo com informações do Datafolha, tem seu pedido de #Impeachment quisto pela maioria dos brasileiros. De acordo com a última pesquisa do Instituto, 68% dos eleitores de Rousseff apóia seu impeachment. O rito do processo do impedimento já foi iniciado na Câmara dos Deputados por Eduardo Cunha. Ela terá agora apenas seis sessões para se defender e depois começa a votação para decidir se os deputados apoiam ou não seu afastamento.