O juiz Sérgio Moro quer saber mais a respeito de vários presentes, pertencentes a #Lula, que estavam guardados em um cofre no Banco do Brasil e por isto já determinou a intimação do ex-presidente.

A grande maioria dos presentes que encontram-se guardados nesta agência do BB foram entregues a Lula enquanto ele era presidente do país e fazia viagens para diversas partes do mundo.

No material encontrado há um crucifixo que foi levado por Lula quando deixou a presidência, o que já tinha causado polêmica ainda no ano de 2011 e a assessoria do ex-presidente garantiu que tal objeto era propriedade do petista, mas agora o juiz quer verificar toda esta história direito.

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Sérgio Moro autorizou nesta última terça-feira (08) que a busca fosse realizada, depois de ter recebido uma solicitação do Ministério Público que encontrou um importante documento na casa de Lula que indicava 23 caixas lacradas guardadas em um agência do Banco do Brasil localizada na rua Libero Badaró, em São Paulo.

Nesta agência foram encontrados quase 200 objetos considerados como obra de arte e também jóias preciosas. Quem assinou o relatório deste levantamento foi o delegado Ivan Ziolkowski. Além do crucifixo foram encontrados vários outros objetos valiosos, como moedas, condecorações, espadas, adagas, entre outros.

Por dois dias todo este material ficou apreendido com a polícia que realizou uma ampla análise de cada uma das peças e depois devolveu tudo ao cofre da agência do Banco do Brasil.

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Os autos indicam que a mulher de Lula, Marisa Letícia e também seu filho, Luis Lula da Silva, é quem estão responsáveis pela guarda de todo este material.

O gerente do banco, Sérgio Ueda, informou à Polícia Federal que as caixas foram guardadas na agência em 2011, logo no início do ano e nenhuma alteração mais foi realizada nos objetos depositados na agência.

Agora o juiz Sergio Moro deu ao ex-presidente Lula o prazo de 5 dias para que ele atenda a um pedido do Ministério Público Federal para explicar esta situação.

Moro informou que a OAS, que vem sendo investigada pela #Lava Jato, pagou o valor de R$ 1,3 milhão para guardar parte do acervo do ex-presidente na Granero, tendo isto acontecido entre os anos de 2011 e 2016. #Corrupção