Durante uma celebração religiosa, celebrando o início da páscoa, uma mulher vestida de preto invade a igreja e começa a proferir ofensas ao cardeal responsável pela celebração. A mulher o segue até a frente do altar quando após declarar palavras de insulto, ataca Dom Pedro Scherer e é contida por pessoas durante o culto religioso.

A mulher acusa o cardeal de ser 'comunista' através de suas falas durante o vídeo, no final ela fica deitada perante a igreja lotada. Assista o vídeo:

O cenário político brasileiro não é dos mais favoráveis a nenhum tipo de polarização. As ruas tomam cores e formas de duas 'torcidas' distintas pelo verde e amarelo e pelo vermelho.

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De um lado, manifestantes pedem a saída da presidente Dilma Rousseff e do outro manifestantes lutam contra o golpe.

A distinção entre os dois tipos de manifestações pode ser visto através dos vídeos que circulam na internet. De crianças, a pessoas que passam pelas ruas, diversos cidadãos foram agredidos em várias cidades do Brasil. Inclusive um cão ao portar um lenço vermelho fora ameaçado por manifestantes a favor do #Impeachment.

Nessa mesma semana, o coletivo Jornalistas Livres divulgou um vídeo onde um jovem de 17 anos é agredido por diversos manifestantes que apoiam a saída do governo Dilma. A polarização na política brasileira é clara e enaltecida através de palavras de ordem e de manifestos em todo o Brasil. 

Cardeal é atacado por manifestante pró-impeachment

A adesão ao movimentos contrários e a favor do governo é grande e envolve inclusive personalidades e artistas de todo o país.

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O ataque ao cardeal pode ter ocorrido após a Confederação Nacional de Bispos Brasileiros - CNBB,  se posicionarem a favor da permanência do governo Dilma Rousseff e alertar a população para um possível golpe. A CNBB divulgou nota onde o bispo fora o porta-voz em um vídeo que circulou na internet. O ataque ao bispo é relacionado aos movimentos pró-impeachment que agem contra todos aqueles que se posicionam contra o afastamento da presidenta Dilma Rousseff.

Outro pessoa que sofreu ameaças foi o ministro do STF, Teori Zavascki que decidiu transferir as investigações sobre o presidente Lula para o supremo. O ministro foi alvo de perseguição e sua família, por parte de manifestantes pró-impeachment.  #Manifestação #Lava Jato