O presidente da Bolívia, Evo Morales, usou o seu Twitter oficial nesta segunda-feira, 18, para mostrar consternação sobre a aprovação do processo de #Impeachment contra a presidente da república Dilma Rousseff. Aliado político da petista, ele disse que o impedimento que seguirá para o Senado foi uma decisão política. Veja o tweet feito pelo boliviano:"¡Força @dilmabr! Sentimos indignação pelo julgamento político. Esta batalha será vencida pelo povo. A verdade se imporá sempre", escreveu ele. No fim de semana, Evo já tinha dito que ia defender a democracia brasileira, mas não disse como. Segundo ele, o país é um líder regional e responsável pela estabilidade de todo o continente.

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Não é a primeira vez que Evo Morales se posiciona a respeito desse assunto. No dia 19 de março, por exemplo, como a Blasting News reportou, o líder político boliviano chegou a solicitar uma reunião de emergência com a União de Nações Sul Americana, a Unasul. O encontro acabou não acontecendo, mas a entidade demonstrou preocupação com o andamento do processo político que passa pelo país, de constante crise. Lembrando que neste domingo, 17, 367 deputados votaram a favor do processo de impeachment da presidente. Mais do que o mínimo necessário, 342, para o prosseguimento do texto ao Senado.

Em outra ocasião, de acordo com notícias publicadas pelo 'Jornal da Tribuna', Evo Morales ameaçou até usar as forças armadas para deter o que ele chamou de "golpe". Sublinhamos a seguir a frase que ele teria usado durante um encontro com militares.

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"Se tiver golpe no Brasil vamos atacar com nossas forças armadas", teria dito o boliviano. A declaração gerou grande repercussão na internet, mas não chegou a ser comentada pelo governo brasileiro. 

Lembrando que no fim de semana, quatro ônibus com bolivianos foram interceptados pela polícia militar de Goiás, Os turistas também teriam vindo ao Brasil para se manifestar politicamente, o que fez a Polícia Federal anunciar que se qualquer turista fosse pego protestando, seria preso e em seguida deportado. Após o anúncio, o grupo fez questão de dizer que não estava em nosso país para protestar.  #Dilma Rousseff #Crise-de-governo