Uma briga política envolvendo dois casais repercutiu muito na internet nas últimas horas. De um lado, estavam defensores do impeachment, do outro, apoiadores da presidente Dilma, um deles o ator José de Abreu. Em dado momento da discussão e irritado, o ator deu duas cusparadas em seus opositores, um homem e uma mulher. Neste sábado, 23, ele falou sobre as agressões e deu detalhes sobre o que aconteceu. José ainda explicou porque apagou sua conta no Twitter (a conta foi restabelecida depois da entrevista), dizendo que as pessoas estavam ameaçando ele de agressão e até de morte. De acordo com o petista convicto, muitas vezes isso acontece com pessoas de 15 anos, adolescentes. 

Segundo o ator, um casal sentado ao lado dele e da esposa começou a xingar ele.

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Sua esposa foi a primeira que ouviu as ofensas e tentou apaziguar a situação. A mulher da mesa então disse que José roubava através da Lei Rouanet e que era safado. Abreu ainda explicou que sua esposa foi chamada de "vagabunda" e que isso o deixou com a cabeça quente, questionando quem também não ficaria. "Não sou ladrão", disse o ator ao tentar explicar que o dinheiro de sua sobrevivência não vem do Partido dos Trabalhadores (PT), mas sim de seu trabalho de ator, que presta serviços para a TV Globo. 

José disse que não pretende processar o casal, tampouco acredita que eles vão fazer isso, pois não iam querer ficar limpando "privadas", insinuando assim que os dois poderiam receber algum tipo de punição da justiça. Após algumas horas de desativar seu perfil no Twitter, o petista reativou a conta e até já tinha ameaçado um advogado de briga.

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O perfil dele é verificado pelo microblog de 140 caracteres. 

Abreu falou ainda ao Extra que a direita sempre provoca os movimentos de esquerda e que os esquerdistas jamais provocam uma briga como a registrada no restaurante paulista. Recentemente, o deputado federal Jean Wyllys deu uma cusparada no também parlamentar Jair Bolsonaro. A agressão aconteceu no dia 17, quando a Câmara aprovou o prosseguimento do processo de impeachment de Dilma, que agora está no Senado.  #Dilma Rousseff #Crime