Na manhã deste domingo, 10, um homem pôs fogo no próprio corpo em frente ao Palácio do Planalto. O assunto ganhou grande repercussão nas redes sociais, já que segundo pessoas que estavam no local, o senhor, aparentemente com 50 anos, gritava pelo nome da presidente da república Dilma Rousseff, que sequer estava no local no momento do incidente. Policias disseram aos jornalistas que o senhor já estava na região há cerca de três dias. Não foram encontrados documentos com ele. Pedestres que passavam pelo Palácio do Planalto disseram que após gritar, o homem jogou gasolina no próprio corpo e depois ateou fogo. 

Imediatamente quem viu a cena ligou para o corpo de bombeiros.

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No entanto, quando os militares chegaram a situação já havia sido contida. Com um extintor de incêndio, o fogo foi apagado. O homem teria chegado a ficar inconsciente, mas acordou e começou a falar sobre religião em frases desconexas. Em seguida, ele recebeu os primeiros socorros e foi levado para um hospital da região. Segundo o site 'Folha Vitória', o estado de saúde do homem seria gravíssimo e ele estaria entre a vida e a morte. Outras publicações falam apenas que o senhor foi medicado para as fortes dores e que teve 90% do corpo queimado, o que poderia gerar graves complicações. 

O incidente com o homem, que aparentemente seria um morador de rua ganhou grande repercussão na internet devido ao momento político que o país está vivendo. "Nossa, espero que ele fique bem e encontre sua família.

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Não adianta tomar atitudes tão revoltadas", disse Janise Ferreira, que compartilhou uma reportagem sobre o caso produzida pela Blasting News. 

Para evitar que manifestantes contra e a favor de Dilma se esbarrem, o governo federal decidiu instalar na manhã deste domingo tapumes que fazem um corredor de oitenta metros de largura e um quilômetro de comprimento. Eles prometem dividir os protestos no próximo fim de semana. Está prevista para acontecer no dia 17 a votação na Câmara dos deputados que irá definir se o #Impeachment da presidente seguirá ou não para o Senado.  #Lula #Dilma Rousseff