Ciro Gomes, ex-candidato à presidência e tido como um dos possíveis políticos a se candidatarem nas próximas eleições deu uma entrevista contundente na manhã desta quinta-feira, 14. Do PDT, o ex-aliado da presidente Dilma Rousseff disse que irá rezar pela população brasileiro, citando a votação do processo de #Impeachment marcada para o próximo domingo, 17.  "Mortes poderão ocorre", disse ele sobre a rivalidade política que existe no Brasil neste momento.

Ciro ainda chamou o presidente da Câmara de "canalha" e irresponsável por ter escolhido que a votação histórica fosse realizada em um domingo. Temendo confrontos, o governo do Distrito Federal colocou muros na esplanada dos Ministérios.

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O objetivo é dividir os grupos pró e contra o impeachment da petista. Apenas poderão passar entre os dois lados os representantes da segurança. 

Ciro ainda defende a honra da presidente, mas reclama de sua forma de governar, dizendo que Dilma e sua equipe são muito fracos. Ele ainda disse que o problema de Dilma foi ter herdado uma gestão "frouxa" do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva. Lembrando que Ciro chegou a no passado a ser Ministro da Fazenda e a lutar contra Lula nas eleições. Na época, ele ainda era casado com a atriz Patrícia Pillar. 

Ciro contou que o maior problema da representante do Partido dos Trabalhadores (PT) foi não sinalizar a diminuição dos juros para os investidores e deixar de investir na Petrobrás em um momento que a Petrobrás está sendo investigada pela Operação Lava Jato, conduzida pelo juiz federal Sérgio Moro.

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A expectativa de Moro é que até o fim do ano a Operação finalmente tenha fim, mas lembrou que não existe uma previsão concreta disso, pois um fato acaba levanto a outro. 

De acordo com o Placar do impeachment promovido pelo site do Estadão, até o momento, 332 deputados já confirmaram que votação a favor do processo. Outros 124 disseram que serão contra, 25 ainda não decidiram para que lado vão e outros 32 preferiram não responder às perguntas feitas pelos jornalistas. A tendência é que a maioria deles siga com a oposição.  #Dilma Rousseff