Aumentou em 50% o número de mortos vítimas de H1N1 em apenas uma semana. Os óbitos já chegam em 153 e 1.012 diagnosticados com a #Doença. O resultado foi divulgado nesta terça-feira (19) em boletim emitido pelo Ministério da Saúde. Os dados foram colhidos desde o dia 9 de abril.

Em balanço divulgado no dia 11 de abril foram constatados 102 óbitos. Oito dias após a divulgação deste resultado o número cresceu a metade. Os infectados pela doença também aumentaram expressivamente. No primeiro relatório é mostrado 686, uma semana depois o número é 1.012, o equivalente a 47% a mais. Um dos casos foi diagnosticado na França.

O aumento dos casos aconteceu em todas as regiões brasileiras.

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Segundo um ranking divulgado pelo boletim aponta o Sudeste em primeiro lugar (758 casos), seguido por Sul (133), Centro-Oeste (71 casos), Nordeste (33 casos) e Norte (16 casos).

Do índice de mortes registradas nas zonas o ranking teve uma pequena mudança. O Sudeste permanece em primeiro lugar com 103 óbitos, sendo 91 somente na cidade de São Paulo e quatro casos em Minas Gerais. No sul foram 18 mortes sendo em Santa catarina (dez casos), Rio Grande do Sul (seis casos) e Paraná (dois casos). No Centro-Oeste, foram contabilizadas 17 mortes e Goiás responsável por nove casos, e Norte houve uma morte em Manaus.

De acordo com os Técnicos da Vigilância das Doenças Transmissíveis ouvidos pelo Estado não com o que se preocupar pois este é o perfil esperado para uma epidemia. Ainda segundo eles o número de casos tente a aumentar.

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Mesmo com a antecipação das vacinas em alguns estados onde a epidemia se mostrou mais forte e fez mais vítimas, como São Paulo, ainda não é o suficiente para interromper o ciclo da epidemia em um período tão curto. Os efeitos da vacina só passam a ter os efeitos protetores após duas semanas da aplicação.

O objetivo da vacina é diminuir/evitar o número de casos graves tais complicações e óbitos. O impacto da campanha de vacinação poderá começar a ser notadonas próximas semanas, quando a cobertura vacinal entre grupos mais vulneráveis aumentar aí então eles passarão a ter mais proteção contra o vírus Influenza. #Medicina