Nesta quarta-feira, 14, começou a circular na internet um vídeo que mostra um homem com um facão fazendo ameaças. Não é possível dizer a data da gravação do vídeo. O homem que aparece nas imagens também ainda não foi identificado. Em menos de 40 segundos de gravação, o protagonista da produção se diz defensor da presidente da república Dilma Rousseff e também do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva. "Se tocar em um fio de cabelo, da minha, da sua e da nossa presidente. Tenta colocar a mão em um fio dela que eu vou enfiar essa faca no meio do seu c* e ela só vai sair no suvaco", diz o homem fazendo a ameaça de morte para os opositores da líder política do país, que passa pela votação de seu #Impeachment na Câmara dos deputados neste domingo, 17. 

"Vou deixar ela, essa bichinha aqui (diz o homem mostrando o facão) embaixo do suvaco.

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Tenta mexer com Dilma, tenta mexer com Lula... Mexeu com Dilma, mexeu comigo", encerra o ameaçador com o facão. Apesar de não falar do impedimento da presidente, o homem do vídeo mostra que está atento ao que acontece no país, citando também o ex-presidente Lula. Nas redes sociais, muita gente entendeu o recado como uma real ameaça aos opositores, que lutam pró-impeachment da petista. Uma delas foi o deputado federal Rogério Peninha Mendonça, do PMDB do Distrito Federal. Ele publicou o vídeo polêmico em sua página no Facebook e escreveu o seguinte recado: "Simpatizante da presidente Dilma Rousseff faz ameaça de morte a manifestantes contra o governo. Esse cara precisa ser preso!".

Veja abaixo o vídeo que está gerando grande polêmica:

O vídeo irritou muitos opositores da presidente, que bombaram nos comentários feitos através da rede social.

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Veja alguns deles:

"Esses pit bulls aí, na hora do pega pra capar vira tudo lessie. Não passa de um cor".

"É meu, agora vai ter que trabalhar, acabou ficar sentado esperando a bolsa familia e ficando cada vez mais gordo...".

]'Esse m** está desesperado porque acabou a farra dos sindicatos e outras organizações que mamaram nas tetas do governo durante esses treze anos, e sabem que agora terão que trabalhar como a maioria dos brasileiros".  #Dilma Rousseff