O deputado federal e pastor Marco Feliciano, do PSC (Partido Social Cristão), usou uma rede social para denunciar que está recebendo várias ameaças de morte, bem como avisos que atentam contra a integridade física de seus familiares.

O deputado acrescentou em sua revelação que tem recebido ameaças através de mensagens de texto em um celular de uso parlamentar, ou seja, considerado equipamento restrito a função de deputado. Feliciano é atualmente um dos deputados mais populares nas redes sociais, possuindo quase 4 milhões seguidores juntando seu Twitter e Facebook. 

Segundo Marco, os deputados da esquerda têm acesso fácil aos números dos colegas da Câmara e logo após a votação já começou a receber mensagens de texto e notificações do WhatsApp com ameaças e insultos de pessoas que conseguiram seu número através de parlamentares esquerdistas.

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O deputado também falou que os colegas esquerdistas vazaram os telefones para grupos diversos como o MST, LGBT, CUT, entre outros.

Os verdadeiros fascistas

Eduardo Cunha também foi ameaçado de morte antes da votação do impeachment e a sua segurança e de seus familiares foi reforçada para evitar algum atentado. A reclamação de seus perseguidores é o fato de ter aceito o pedido de #Impeachment na Câmara, desencadeando a votação no dia 17 de abril.

Nessa semana, deputados pró-impeachment foram hostilizados em locais públicos, como foi o caso de Vitor Valim, do PMDB do Ceará. O deputado lanchava quando duas mulheres esquerdistas o abordaram desferindo xingamentos. Veja o vídeo:

Outro caso que teve grande repercussão é o de Tiririca sendo abordado por uma esquerdista no aeroporto de Fortaleza para chamá-lo de golpista safado e perguntar se ele não se envergonhava do seu voto.

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O vídeo foi divulgado originariamente em uma conta de Facebook pertencente à uma militante do PT.

Quanto as investigações, não há ainda informações sobre investigações dos casos de ameaça à Cunha e Feliciano. Quanto a Valim e Tiririca, milhares de internautas os defenderam e elogiaram pela postura. Na ocasião, Tiririca disse apenas: ‘Opinião da senhora’, prosseguindo seu trajeto e deixando a agressora falando sozinha. #Casos de polícia #Crise-de-governo