Na noite desta quinta-feira, o Palácio do Planalto lançou um site oficial para defender a presidente da república Dilma Rousseff. Em páginas governamentais, cujo endereço não muda com a alternância de presidentes, haviam banners dizendo que o processo contra a líder petista era golpe. Ao clicar nesses banners, os internautas iam para o endereço online www.emdefesadademocracia.gov.br, onde falas da governante, de apoiadores e argumentos contrários ao processo que tramitará na Câmara dos deputados estavam expostos. Ressalta-se o fato de que o sítio era gov.br, ou seja governamental e não individual. Sites desse tipo são bancados pelo povo, afinal para confeccioná-los usasse o dinheiro público. 

A Reportagem da Blasting News tentou acessar o site por volta das 23h50 no horário de Brasília, mas depois da repercussão negativa, ele não estava mais no ar e direcionava para a página geral das governamentais, brasil.gov.br, onde o banner ainda estava exposto.

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Diversos veículos de comunicação noticiavam o fato polêmico e realizado no momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisava um pedido da advocacia geral da união para suspender a votação neste domingo, 17. Até o fechamento desta reportagem, às 0h de sexta-feira, 15, a sessão ainda continuava. 

Entre o que já estava definido até este momento, os Ministros decidiram que a avaliação de Eduardo Cunha, presidente da instituição dos deputados tinha sim seguido o regimento interno da Câmara, mantendo a votação do Norte para o Sul, de forma alternada e por deputados. Ou seja, votará um deputado do Norte e depois votará um deputado do Sul. O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, chegou a pedir para defender a presidente petista, mas por unanimidade ele foi proibido de tecer mais uma vez a defesa por Dilma. 

Nesta quinta, chegaram à Brasília três ônibus com venezuelanos.

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As informações foram obtidas pela própria polícia militar, que interceptou os veículos que atrapalhavam o trânsito da capital do país. De acordo com os motoristas das conduções, venezuelanos, paraguaios, peruanos e manifestantes e outros países viriam ao Brasil para defender Dilma.  #Lula #Dilma Rousseff #Impeachment