O Cristo Redentor voltou a ser capa da 'The Economist', revista da Inglaterra com grande credibilidade e conceito em todo o mundo. Dessa vez, o ponto turístico mais conhecido do Brasil aparece solicitando socorro em uma reportagem no formato de editorial, que faz críticas à presidente #Dilma Rousseff, mas não só à ela, como também aos demais políticos brasileiros, solicitando que seja feita uma grande "limpeza". A Economist diz ainda que Dilma decepcionou o Brasil e intitula seu editorial como "A grande traição". A matéria aparece dias depois de Rousseff ter sido derrotada na Câmara dos deputados em seu processo de impeachment

A revista chama a política brasileira de fracassada e diz que ela é assombrada pela negligência da corrupção.

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Segundo a publicação, o respeito só voltará ao eleitorado se houver uma grande limpeza. Caso isso ocorra, seria possível reverter também a crise econômica que atinge o território nacional. A representante da mídia britânica lembra ainda da votação na Câmara pelo #Impeachment, que chamou a atenção de todos os brasileiros e do mundo. A Economist coloca que Dilma ainda é presidente depois de perder por 367 votos a votação realizada pelos deputados no dia 17, mas que sua queda não deve demorar muito para ocorrer. "O Brasil não tem que ficar em luto por ela", analisa a publicação. 

De acordo com a Economist, o primeiro mandato da aliada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um primeiro mandato recheado de grande incompetência e que deixará o governo em uma situação bem pior do que pegou.

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Nas linhas da revista são lembrados também os escândalos do Partido da Presidente, o PT, como na Lava Jato e também anteriores, como o Mensalão. A publicação acusa ainda Rousseff de tentar proteger seu antecessor e aliado político a se safar do poder da justiça.

Para quem não lembra, depois que o juiz federal Sérgio Moro divulgou uma interceptação telefônica que envolvia Dilma e Lula, a presidente nomeou o petista para o Ministério da Casa Civil. A nomeação foi muito criticada, pois daria o foro privilegiado ao ex-presidente. O caso agora será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em uma data ainda não indicada pela corte.  #Crise-de-governo