Você talvez seja jovem demais ou já tenha esquecido, mas no ano de 1989 o apresentador Silvio Santos tentou se candidatar à presidência do Brasil. Um nome, no entanto, ajudou a atrapalhar os planos do dono do SBT, o de #Eduardo Cunha, hoje presidente da Câmara dos deputados e considerado um dos maiores rivais da presidente da república Dilma Rousseff. Na época, Cunha também presidia uma instituição, mas no casa era a já fechada Telerj, uma empresa estatal de telefonias do Rio de Janeiro. Ele foi indicado para o cargo pelo político PC Farias. 

Mas como Cunha derrubou o mito?

Eduardo encontrou uma falha no partido pelo qual #Silvio Santos havia se candidatado, o PMB.

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Conhecedor das leis, o político notou que a legenda não teria feito o número mínimo de convenções eleitorais, não obedecendo, portanto, a legislação. Enquanto isso, o pai de Patrícia Abravanel entoava seu jingle, no qual era cantado seu número, o 26. 

Depois da revelação do hoje presidente da Câmara, no dia 09 de novembro de 1989, o Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, decidiu anular a campanha do comunicador. O registro do PMB também foi cassado. Silvio, considerado o maior adversário de Fernando Collor, nunca mais concorreu a qualquer pleito. Para nossa sorte, ele não desistiu de ser animador e até hoje comanda sua atração aos domingos, sendo constantemente vice-líder ou terceiro lugar no horário. Ele marca cerca de 9 pontos na grande São Paulo, onde cada ponto representa cerca de 69 mil domicílios na maior região do país. 

Atualmente, Eduardo Cunha é um dos nomes mais conhecidos da Câmara dos deputados e pode até assumir o governo, caso haja necessidade.

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Com a deposição de Dilma, ele passa a ser o terceiro nome a chegar ao poder. Na frente dele, outros dois políticos do PMDB, o vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado Renan Calheiros. Ele também é acusado de estar envolvido em um grande esquema de corrupção, sendo denunciado recentemente por Fernando Baiano, além de ter contas até então não declaradas no exterior.  #Impeachment