O principal algoz do governo da presidente Dilma Rousseff, deputado federal #Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, informou na noite deste sábado, 16, que está sendo vítima de uma ameaça de morte. Após a revelação confirmada também pelo site da revista época, o alerta vermelho foi aceso na Câmara dos deputados, onde neste domingo, 17, acontece a votação pelo #Impeachment da presidente Dilma. A ameaça de morte foi realizada por telefone e também pela internet. Além de Cunha, a família do deputado também foi ameaçada. O conteúdo dos telefonemas e das mensagens ainda não foi divulgado. 

Preocupado com a própria segurança, Eduardo Cunha decidiu pedir a ajuda da polícia legislativa, que o acompanhará nas próximas horas em todos os lugares que ele for.

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Além disso, Eduardo Cunha ligou para o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles. Na conversa, ficou exposta a possibilidade da família do presidente da Câmara sofrer algum tipo de atentado ou represália. Dornelles então disse que policiais ficariam a postos na casa de Eduardo, no Rio, garantindo total segurança à sua família e parentes. 

A informação das ameaças contra o parlamentar rapidamente repercutiram na internet. Isso porque o deputado costuma ser uma figura polêmica dos dois lados, os contra e os a favor do impeachment. Além disso, muita gente chegou a questionar que o impeachment poderia ter alguma influência desse fato novo, o que foi descartado. De acordo com Eduardo Cunha, a votação deste domingo continua prevista para ser iniciada às 14h. Ela será aberta com um discurso a favor do impedimento.

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O ambiente de tensão também está fazendo parte das últimas horas da capital federal. Pela primeira vez na história, um muro foi erguido para separar os manifestantes. O objetivo foi justamente impedir ou pelo menos desestimular ao máximo um conflito das duas partes. A previsão é que pelo menos 300 mil pessoas estejam na capital federal. O efetivo de segurança foi aumentada. No local, estarão presentes mais de três mil policiais. Até um drone chegou a ser testado para monitorar os protestos. Estão proibidos bonecos e esculturas gigantes, infláveis ou não, como o Pixuleco.  #Dilma Rousseff