Às vésperas da votação do #Impeachment da presidente da república Dilma Rousseff, previsto para acontecer neste domingo, 17, mais um jurista endossará que o discurso de defesa do governo é falho. A líder petista passou as últimas semanas dizendo que o processo contra ela era "golpe" e que venceria os golpistas. O jurista da vez é muito renomado, Carlos Velloso, que já presidiu o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é presença marcante de um evento feito pela oposição. Carlos não está sozinho. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também já se posicionou em relação ao assunto, fazendo até mais, entregando um novo pedido de impedimento contra a petista.

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Esse ainda não foi analisado pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha. Ao todo, ainda existem nove documentos contra Dilma para serem analisados na Câmara.

Nesta quarta-feira, 13, a oposição já comemorava ter pelo menos 349 votos contra Dilma, sete a mais do que o necessário para fazer com que o impedimento da líder política do país passasse pela conta. A expectativa é fazer subir esse número, chegando até a 380, fazendo assim a derrota de Rousseff ser acachapante. A constituição brasileira já estabelece que para um processo de impeachment passar pela Câmara são necessários mais de dois terços dos votos dos parlamentares, evitando assim que a manobra seja usada como "golpe político".

Além disso, a legislação prevê que o presidente em questão esteja sendo acusado de algum crime.

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No caso de Dilma, ela é acusada de cometer "pedaladas fiscais", pegando empréstimos do próprio banco federal e tirando investimentos de um setor, já estabelecido, para colocar em outro. A manobra foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Agora, é claro, mesmo que haja crime, se os deputados votarem contra o processo ele não passa. Ou seja, qualquer processo de impedimento sempre será mais político do que criminoso em si. Dilma ainda poderá recorrer da decisão ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas pouca gente acredita em sua vitória, já que a constituição estabelece que nenhum pode pode se sobrepôr ao outro. Ou seja, a e decisão final do impeachment cabe ao executivo e não ao judiciário. #Lula #Dilma Rousseff