No domingo, 17, um episódio realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília, repercutiu tanto que dias depois ainda é um dos principais assuntos da política. Após votar contra o #Impeachment da presidente #Dilma Rousseff, o deputado federal Jean Wyllys, do PSOL do Rio de Janeiro, cuspiu em Jair Bolsonaro, do PSC, que havia votado a favor. Dias depois, um outro vídeo mostrou o filho do deputado atacada também cuspindo em Jean. A cusparada também agora é motivo de revolta de Alexandre Frota, que ao que tudo indica também entrará na política. Ele recentemente protocolou um pedido de impeachment na Câmara dos deputados. 

Antes de cuspir no deputado, Jean teria sido ofendido.

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De acordo com ele, Bolsonaro o chamou de "queima rosca" e "baitola". Por isso, ele teria realizado a atitude agressiva. Mas para Alexandre Frota, Wyllys só teria mostrado o verdadeiro caráter. Através de uma rede social, o diretor e apresentador que deve ser candidato a vereador em São Paulo. "Caiu a máscara de Jean Wyllys (PSOL-RJ). Ele é o intolerante, uma pessoa cheia de ódio dentro de si", detonou o futuro político. Em seguida, Frota disse que o ex-vencedor do 'Big Brother Brasil' não representa as minorias, tampouco homossexuais. 

O futuro candidato a vereador disse ainda que respeita os homossexuais, mas que isso não significa que ele não fará uma denúncia ao Conselho de Ética da Câmara dos deputados. Em seguida, Frota disse que estava fazendo a denúncia especialmente porque Wyllys disse que não se arrependeria do que disse.

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"Cuspiria nele quantas vezes eu quisesse", chegou a dizer o deputado após o acontecimento.

Antes de se envolver na polêmica com Jean, Bolsonaro chegou a fazer uma homenagem a Ustra, um coronel muito temido em toda a ditadura. Por conta do comentário, a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) entrou com uma ação de pedido de cassação do mandato de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar do processo, o deputado disse que não se arrependia de sua fala, que também foi criticada pela presidente Dilma.  #Crise-de-governo