Se já não bastasse a polêmica do #Impeachment da presidente Dilma Rousseff, cuja votação na Câmara dos deputados está marcada  para o próximo domingo, 17, o #Governo federal se vê agora acusado de violar sérias leis internacionais ligadas aos direitos humanos. A polêmica começou por conta de publicações realizadas na fanpage 'Humaniza Redes', bancada pela iniciativa federal. Diversos banners ligados ao movimento dos homossexuais diziam que apoiavam a presidente. Um deles, por exemplo, trazia a frase -  "Sou Viado, defendo casamento homoafetivo. Eu apoio esse governo" - que mescla a luta gay com a de Dilma.

Muitos homossexuais não gostaram da campanha por vários motivos.

Publicidade
Publicidade

O que causou mais polêmica foi o uso da palavra "Viado". Muitos gays sofrem preconceito diariamente e recebem "Viado" como xingamentos em atos homofóbicos realizados nas ruas. Por isso, a campanha foi acusada de estimular a homofobia, já que o termo ainda não é usualmente usado de forma benéfica as pessoas cuja condição é se interessar por pessoas do mesmo sexo. Além disso, a página foi criticada por fazer campanha pró-Dilma, já que o dinheiro que a fez existir vem de todos os brasileiros, ou seja, se não fosse pelo brasileiros e seus impostos, inclusive aqueles pró-impeachment, esse tipo de campanha sequer existiria.

Após receber verdadeiros esculachos online, a página decidiu voltar atrás e se redimir, trocando o termo "Viado" por apenas gays. A medida, de acordo com um comentário feito pela 'Humaniza Redes' era porque o adjetivo não tinha sido um consenso entre seus seguidores.

Publicidade

Outros banner, no entanto, não foram mudados. Um exibia "Sou a travesti. Defendo o uso do nome social". As palavras de apoio ao governo também permaneceram, não diminuindo, portanto, toda a polêmica.

Internautas então tentam derrubar a página fazendo denúncias ao Facebook. Um dos motivos seria de que a página estaria promovendo o ódio entre os internautas. O governo federal e a Humaniza Redes não comentaram as acusações feitas pelos usuários da rede social.   #Crime