Neste domingo, 17, acontece a votação pelo #Impeachment da presidente da república Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Na mesma data, em diversos estados estão previstas manifestações contra e a favor da petista. Em Brasília, no entanto, está existindo uma forte pressão de resistência do governo estatual do Distrito Federal em relação aos protestos pró-impeachment. A informação foi confirmada nesta quarta-feira, 13, pelo 'Antagonista', um dos blogs políticos mais acessados do país. Os grupos de manifestações contra Dilma estão impedidos, por exemplo, de utilizarem carros grandes. Para usarem telões só se existir também telão do outro lado.

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A medida teria sido autorizada pelo governador Rodrigo Rollemberg. 

Até mesmo gritos de 'Fora PT' estariam censurados, o que tem gerado grande discussão e reclamações nas redes sociais. Cânticos de vitória também estão vetados. O problema é conseguir que uma multidão que tenha ido à Brasília só para protestar simplesmente não se manifeste em uma data importantemente histórica para o país. As reclamações de censura também são feitas pela internet e até o Facebook já recebeu acusações. Grupos e páginas da rede social foram bloqueadas e até saíram do ar nos últimos dias devido ao grande número de acesso. 

O Movimento Brasil Livre (MBL) é um dos que reclamou da atitude do Facebook, dizendo que esperava uma resposta da rede social. Temendo o conflito em Brasília, o governo local decidiu ainda construir ainda um muro para dividir os protestos.

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A atitude também foi criticada e o muro já chegou até a ser comparado à divisão da Alemanha após a segunda guerra mundial. Pichações estão sendo feitas em torno de todo o muro, que foi construído com a ajuda de presidiários do regime semiaberto de uma prisão local. 

Apenas poderão ir de um lado para o outro do muro profissionais de segurança. A expectativa é que pelo menos 300 mil pessoas estejam na Capital federal neste dia tão importante. Por isso, a segurança será aumentada e até bonecos infláveis, como o Pixuleco, estão proibidos.  #Lula #Dilma Rousseff